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Business

Como fazer live paga com ingresso: cobrar e transmitir

Publicado em 22 de outubro de 2026

Resposta rápida: para fazer uma live paga com ingresso, você cobra o acesso por um de três caminhos: transmitir dentro da bilheteria, vender na bilheteria e mandar um link para outra plataforma, ou vender e transmitir num app PPV/OTT com a sua marca. Nenhum vence sempre: mudam a taxa, o controle de acesso e o limite de público. Números e fontes conferidos em 20/10/2026.

Neste tutorial (10 seções)
  1. Vender o ingresso não é transmitir o evento
  2. Caminho A: transmitir dentro da bilheteria
  3. Caminho B: vender na bilheteria e mandar um link
  4. Caminho C: app PPV/OTT com a sua marca
  5. A conta: 500 ingressos a R$ 50
  6. E num evento pequeno: 50 ingressos a R$ 20
  7. O que as IAs respondem hoje
  8. Qual caminho escolher: 4 perguntas
  9. Perguntas frequentes
  10. Assista ao episódio e leia a transcrição

Este texto trata de cobrar ingresso por uma transmissão ao vivo (show, workshop, congresso, aula, culto especial). Evento presencial com bilheteria e sem transmissão está fora do assunto.

"Live paga" tem dois sentidos no Google: o público pagar para assistir, que é o nosso caso, ou a plataforma pagar o criador. Aqui é o primeiro. Monetização por anúncio, presentes e doação é outro assunto, e a ideia de renda com live está em outro texto.

Vender o ingresso não é transmitir o evento

São dois serviços. Quem vende cuida da página do evento, do checkout e da lista de compradores. Quem transmite cuida da entrada do sinal (ingest), do player, da distribuição, da gravação e da proteção do acesso.

Uma bilheteria pode fazer os dois, só o primeiro ou nenhum dos dois bem. Separar ou juntar muda a taxa, o limite de público e quem controla quem assiste. É isso que os três caminhos resolvem de formas diferentes.

Antes de cobrar, orce a produção: quanto custa transmitir um evento ao vivo.

Caminho A: transmitir dentro da bilheteria

Aqui você vende e transmite no mesmo lugar. O exemplo documentado é o da Sympla, a maior bilheteria do país, que oferece dois formatos. As fontes estão citadas por extenso, com a data de atualização de cada página e a data em que a li.

Formato 1: transmissão própria, por webcam ou RTMP. Segundo a página de ajuda da Sympla "Como criar um evento via Sympla Live (RTMP - Integração com software)?", atualizada em 30/10/2025 e consultada em 13/10/2026, o produtor transmite por webcam e microfone integrados ou por qualquer software com RTMP (OBS, vMix). A chave e a URL ficam no painel, há "número ilimitado de participantes e interação ao vivo via chat", e não é possível criar ingressos gratuitos.

Formato 2: videoconferência integrada. Segundo a página de ajuda "Como funciona um evento Sympla Streaming?", atualizada em 03/11/2025 e consultada em 13/10/2026, a integração é com o Zoom: até 300 pessoas por sala, contando a equipe, sessões de até 8 horas e um link único de acesso para cada participante. Não está disponível para evento gratuito.

Quanto custa. A Sympla publica o valor do mínimo por ingresso de formas diferentes em páginas diferentes. Lado a lado:

Página (nome)Atualização da páginaO que dizConsulta
Sympla Streaming (página de produto)não informa"10% apenas sobre o ingresso ou inscrição vendida (ou o valor mínimo de R$2,50)"20/10/2026
Ajuda: "Como funciona um evento Sympla Streaming?"03/11/2025"taxa de serviço (10%) ou taxa mínima de R$ 3,99" + processamento por venda "entre 2% a 2,5%"13/10/2026; reconferida em 21/10/2026*
Ajuda: "Como criar um evento via Sympla Live (RTMP…)"30/10/2025"R$ 2,50 + 10% por ingresso" + processamento "entre 2% a 2,5%"13/10/2026; reconferida em 21/10/2026*
Taxas para produtores ("Quanto custa")não informa10% por venda; ingressos de até R$ 39,90 têm "taxa mínima fixa de R$3,99"; o processamento varia por método de pagamento20/10/2026

* A ajuda da Sympla bloqueia a leitura automática no navegador. As duas páginas foram reconferidas na íntegra em 21/10/2026 pela versão pública da própria central de ajuda, e os valores da tabela continuam os mesmos. Confira no painel antes de decidir.

Não escolho uma leitura: o artigo mostra as duas na conta mais abaixo. Quem paga a taxa também depende do formato. A página geral de taxas diz que ela pode ser absorvida pelo produtor ou repassada ao comprador. No formato RTMP, a ajuda "Como criar um evento via Sympla Live (RTMP - Integração com software)?" (atualizada em 30/10/2025, reconferida em 21/10/2026) é direta: "A taxa de serviço (R$ 2,50 + 10% por ingresso) será automaticamente absorvida pela organização." Ou seja, nesse formato quem paga é você. Já as ajudas do Sympla Streaming e do evento em outra plataforma não informam se a taxa pode ser repassada ao comprador. Pergunte.

Para quem serve: workshop, aula única, encontro interativo e estreia sem estrutura própria.

O que a ajuda lida não diz (não quer dizer que não exista; pergunte antes de contratar): limite de sessões simultâneas por comprador; proteção contra gravação da tela; venda de replay depois do evento; player com a marca do organizador.

As outras bilheterias (Eventbrite, Even3, Ingresse, Yuzer e outras) têm regras próprias e não foram lidas aqui.

Aqui a bilheteria só vende. Segundo a página de ajuda da Sympla "Meu evento é online e será realizado em outra plataforma. Como configurá-lo?", atualizada em 22/08/2024 e consultada em 13/10/2026, "o link ficará visível apenas para os compradores através da área 'Meus ingressos'". As plataformas de destino citadas são Google Meet, Microsoft Teams, Zoom, YouTube, Facebook e Instagram.

O ponto cego: a bilheteria controla quem comprou, não quem assiste. O link é o mesmo para todos e pode ser copiado. Se o destino é um vídeo não listado, quem recebe o link repassado entra do mesmo jeito. Veja por que um link não listado não protege conteúdo pago.

Quando faz sentido: quando o destino tem controle de acesso próprio (login, convite nominal, token), ou quando o público é pequeno e de confiança, e o repasse do link é um risco que você aceita.

Caminho C: app PPV/OTT com a sua marca

Aqui a venda do acesso e a transmissão acontecem no seu app, com a sua marca, e o vídeo não tem link público. A venda do acesso fica no app PPV/OTT da JMV Stream, vendido a preço de tabela; setup definido no briefing. Os valores do plano Start, lidos na página em 20/10/2026: setup de R$ 9.900, mais R$ 999 por mês no plano anual ou R$ 1.280 por mês no mensal. A mensalidade inclui a hospedagem de vídeo com banda ilimitada, como diz a página do app.

O custo tem três partes: o setup, a mensalidade e o meio de pagamento. Exemplo de meio de pagamento: o Stripe cobra "3,99% + R$ 0,39" por transação com cartão nacional (página consultada em 20/10/2026; o Pix só por convite). Uso esse valor como premissa da conta abaixo.

O que você ganha: a sua marca na tela de quem compra, e a lista de compradores fica com o organizador; replay e on demand vendidos depois, por um ticket menor (o ao vivo tem a emoção e o chat; o gravado atende quem não pôde estar); as mesmas proteções do vídeo sob demanda; e o público na Smart TV e no celular.

O que você assume: o setup e a mensalidade fixa, que pesam num evento pequeno ou único, e o atendimento ao comprador. Se a venda for dentro do aplicativo, entra a comissão da loja: veja quanto ficam a Apple e o Google no Brasil.

Na JMV Stream. A hospedagem de vídeo tem banda ilimitada e preço fixo em reais, aceita sinal por RTMP, RTMPS na porta 443 e SRT, entrega a live com acesso controlado e inclui API em todos os planos.

A conta: 500 ingressos a R$ 50

Premissas do exemplo: ingresso de R$ 50, 500 vendidos, receita bruta de R$ 25.000, tributos fora. Os números de taxa da bilheteria vêm das fontes acima. Para o Caminho C, uso o app Start mensal, R$ 1.280 por mês, com setup de R$ 9.900 à parte (preço de tabela lido em 20/10/2026; o setup é definido no briefing). O processamento do Caminho C é o do Stripe com cartão nacional.

Caminho A, leitura "só 10%"Caminho A, leitura "R$ 2,50 + 10%"Caminho C
Taxa de serviço10% → R$ 2.500R$ 1.250 + 10% → R$ 3.750—
Processamento2% a 2,5% → R$ 500 a R$ 625R$ 500 a R$ 6253,99% + R$ 0,39 por venda → R$ 997,50 + R$ 195 = R$ 1.192,50
Mensalidade do app (Start mensal)——R$ 1.280
Total do mêsR$ 3.000 a R$ 3.125R$ 4.250 a R$ 4.375R$ 2.472,50 (R$ 1.280 + R$ 1.192,50)
Setup do app (uma vez)——R$ 9.900
Evento único (mês + setup)R$ 3.000 a R$ 3.125R$ 4.250 a R$ 4.375R$ 12.372,50 (R$ 2.472,50 + R$ 9.900)

Dois cuidados. O processamento do Stripe (R$ 1.192,50) é maior que o da Sympla (R$ 500 a R$ 625): nessa linha, a bilheteria é mais barata. E a conta parte do princípio de que a taxa de serviço sai do seu bolso. No formato RTMP, a ajuda da Sympla confirma isso: a taxa é absorvida pela organização. No Sympla Streaming, a ajuda não informa se dá para repassá-la ao comprador; se der, o custo da bilheteria para você cai (ver acima).

Num evento único, a bilheteria sai mais barata: R$ 3.000 a R$ 4.375 contra R$ 12.372,50 do app, por causa do setup.

Onde a conta vira: a R$ 50 por ingresso, a mensalidade do app se paga a partir de cerca de 201 a 354 ingressos por mês, sem contar o setup. Cálculo: R$ 1.280 ÷ (taxa por ingresso na bilheteria − R$ 2,385 do Stripe por ingresso), com a bilheteria entre R$ 6,00 (10% + 2%) e R$ 8,75 (R$ 2,50 + 10% + 2,5%): R$ 1.280 ÷ (R$ 8,75 − R$ 2,385) = 201 e R$ 1.280 ÷ (R$ 6,00 − R$ 2,385) = 354.

Quanto ao setup, com um evento de 500 × R$ 50 por mês (essa é a premissa), a economia mensal sobre a bilheteria é de R$ 527,50 a R$ 1.902,50 (R$ 3.000 − R$ 2.472,50 e R$ 4.375 − R$ 2.472,50). Com isso, os R$ 9.900 de setup se diluem em cerca de 6 a 19 meses (R$ 9.900 ÷ R$ 1.902,50 = 5,2 e R$ 9.900 ÷ R$ 527,50 = 18,8). Em uso recorrente o app compensa; no evento único, não.

E num evento pequeno: 50 ingressos a R$ 20

Premissas: R$ 20 por ingresso, 50 vendidos, receita bruta de R$ 1.000, tributos fora. Aqui os 10% dão R$ 2,00 por ingresso, abaixo de todos os mínimos, então quem manda é o mínimo.

A: "10% ou mín. R$ 2,50"A: "10% ou mín. R$ 3,99"A: "R$ 2,50 + 10%"Caminho C
Taxa de serviçoR$ 125R$ 199,50R$ 225—
ProcessamentoR$ 20 a R$ 25R$ 20 a R$ 25R$ 20 a R$ 25R$ 39,90 + R$ 19,50 = R$ 59,40
Mensalidade do app (Start mensal)———R$ 1.280
TotalR$ 145 a R$ 150R$ 219,50 a R$ 224,50R$ 245 a R$ 250R$ 1.339,40, mais o setup de R$ 9.900

Mesmo no pior caso da bilheteria (R$ 250), ela sai muito mais barata que o app, cuja mensalidade sozinha (R$ 1.280) já passa de cinco vezes esse valor. Num evento desse tamanho, o app não se paga. Se o evento se repete todo mês com público grande, a conta muda; se é único, use a bilheteria.

O que as IAs respondem hoje (e onde discordam)

As leituras foram feitas em 13/10/2026, em conta logada, no Chrome (registro da pesquisa da issue). São uma leitura daquela data, não um dado fixo.

  • AI Overview do Google (07:15), para a pergunta de quem compra: diz que não precisa de plataforma à parte, e descreve só a videoconferência e o link externo.
  • Perplexity (07:18): descreve também a transmissão por RTMP e, quando a transmissão fica fora da bilheteria, recomenda vídeo não listado ou Vimeo.
  • AI Overview da busca "como fazer live paga com ingresso" (08:06): manda vender numa plataforma de ingresso e usar "transmissão não listada", enviando o link. É o ponto cego do Caminho B.

As fontes citadas pelas duas respostas são da própria bilheteria. Nenhuma das duas mostra a conta da taxa nem o ponto cego do link. Elas também discordam entre si: uma só conhece o link e a videoconferência, a outra conhece o RTMP.

Qual caminho escolher: 4 perguntas

PerguntaSe a resposta é…Aponta para
1. Quantas pessoas?Até cerca de 300 (teto da videoconferência da bilheteria, por sala)Bilheteria com videoconferência (Caminho A)
Centenas ou milhares, ou crescendoApp PPV/OTT com a sua marca (Caminho C), ou bilheteria por RTMP (A, que a ajuda diz ter público ilimitado)
2. O público interage por câmera?Sim, é uma conversaBilheteria com videoconferência (Caminho A)
Não, é uma transmissãoBilheteria por RTMP (A) ou app PPV/OTT com a sua marca (C)
3. Vai vender o replay?Sim, por ticket menorApp PPV/OTT com a sua marca (Caminho C, on demand no mesmo app)
NãoBilheteria ou bilheteria + link (A ou B)
4. A marca precisa ser a sua?Sim: app com a sua marcaApp PPV/OTT com a sua marca (Caminho C)
NãoBilheteria ou bilheteria + link (A ou B)

Como atalho: workshop pequeno e interativo, a bilheteria com videoconferência resolve com zero mensalidade. Evento único, mesmo grande, a bilheteria sai mais barata. Evento grande, recorrente, com replay vendido depois e marca própria, o app com a sua marca se paga.

Quer montar o Caminho C? Chame a JMV Stream pelo WhatsApp ou ligue para (11) 4063-8923, com a data do evento e o público esperado. São mais de 10 mil clientes em 18 países. Na hospedagem de vídeo, empresas com CNPJ têm 30 dias grátis, liberados pelo WhatsApp. E no dia, teste a rede do local.

Perguntas frequentes

Dá para transmitir a live dentro da bilheteria?

Em algumas, sim. A maior do país documenta transmissão por webcam, por RTMP (com OBS ou vMix) e videoconferência integrada. As outras bilheterias têm regras próprias.

Quanto a bilheteria cobra por ingresso de evento online?

Um percentual de serviço mais o processamento do pagamento. Na Sympla, 10% com mínimo que aparece de três formas (R$ 2,50, R$ 3,99 ou "R$ 2,50 + 10%"), mais processamento de 2% a 2,5%. Números, datas e páginas estão na seção do Caminho A.

Posso vender o ingresso num lugar e transmitir em outro?

Sim. O comprador recebe o link e a proteção passa a ser a da plataforma de destino. O link é o mesmo para todos e pode ser repassado.

Link de vídeo não listado serve para live paga?

Não protege. Quem tem o link assiste. Só serve se o destino tiver controle de acesso próprio.

O que é pay-per-view em transmissão ao vivo?

A compra libera o acesso dentro do app PPV/OTT, sem link público. Cada comprador entra pelo seu acesso.

Qual caminho sai mais barato?

Depende do preço do ingresso, do público e de quantos eventos você faz. Num evento único, a bilheteria sai mais barata que o app PPV/OTT, por causa do setup de R$ 9.900 (preço de tabela, lido em 20/10/2026). O app compensa em uso recorrente: a mensalidade se paga a partir de cerca de 201 a 354 ingressos por mês, e o setup se dilui em cerca de 6 a 19 meses com um evento de 500 ingressos de R$ 50 por mês. Com 50 ingressos de R$ 20, a bilheteria vence com folga.

Dá para vender o replay depois?

No app PPV/OTT, sim, como on demand por um ticket menor, no mesmo app. Na bilheteria, a página lida não informa venda de replay além da gravação: pergunte.

"Live paga" é a live que cobra ingresso ou a que paga o criador?

Aqui é a primeira: o público paga para assistir. Monetização por plataforma (anúncio, presentes, doação) é outro assunto.

Que sinal de transmissão a JMV Stream aceita?

RTMP, RTMPS na porta 443 e SRT.

A JMV Stream cobra por tráfego ou por espectador?

Não. A banda é ilimitada e o preço é fixo em reais. O plano é definido pelo armazenamento, e os planos maiores incluem a live dentro do mesmo limite do plano.

Assista ao episódio e leia a transcrição

Aviso de data: episódio transmitido ao vivo em 23/10/2024. O que se diz nele sobre outras empresas, taxas e recursos reflete aquela data e não foi atualizado; valem as informações do artigo acima, conferidas em 20/10/2026.

Capítulos do vídeo:

Transcrição completa do vídeo (59 min)

00:09 — Abertura

Bom dia a todos! Vamos para mais um dia de Podcast Café & Tech. Sejam todos muito bem-vindos. Eu sou o Mário Sérgio, consultor de soluções da JMV Technology, e estou aqui hoje com o Josimar Machado. Muito bom dia. Bom dia, tudo bem com você, Mário? [trecho omitido]

01:01 — O tema: uma solução tudo em um para o evento

Hoje vamos falar de uma coisa importante: um jogo é um evento. Tem transmissão e uma série de coisas importantes por trás para aquilo tudo acontecer. Guardadas as devidas proporções, é onde a gente vai entrar no podcast de hoje.

Trouxemos para este episódio a solução all-in-one para o seu evento. O que seria isso? Uma solução tudo em um. Em evento, normalmente você tem que terceirizar vários serviços e contratar vários prestadores, principalmente no meio digital.

Muitas vezes a solução que você contrata não atende por completo.

Você precisa de uma solução para vender o ingresso online e dar acesso ao evento. Precisa de outra para hospedar o conteúdo, gravado ou ao vivo. E ainda precisa de uma área restrita e de todo o ecossistema em volta.

Sem uma solução centralizada, a qualidade do evento pode cair, porque uma solução pode não complementar a outra.

Por isso vamos trazer algumas dicas para você fazer um bom evento. E, principalmente, mostrar o quanto é benéfico usar uma solução que garanta a excelência dele, centralizada em um único lugar. É o conforto e a comodidade de trabalhar tudo que envolve o seu evento digital num só lugar.

02:31 — Experiência com infraestrutura e engenharia de software

Nós temos alguma experiência com isso: alguns anos trabalhando com transmissão e também com engenharia e desenvolvimento de software. O que uma coisa tem a ver com a outra?

Há uns dois anos começamos um processo de reestruturação e tivemos que refazer a infraestrutura inteira, para adequar a nossa nuvem privada. Quem nos acompanha há mais tempo sabe disso. Foi um processo muito doloroso e, ao mesmo tempo, muito prazeroso.

A estrutura que temos hoje é impressionante, principalmente para evento: suporta grandes picos. [trecho omitido]

03:31 — Camadas: quanto mais camadas, mais difícil de manter

Sobre o evento em si e o paralelo com a engenharia de software: quanto mais camadas se coloca numa coisa complexa, mais difícil ela fica de digerir. Quando a gente desenvolve um software, quanto mais coisinhas coloca no meio do caminho, mais cliques o usuário precisa dar.

Eu falo isso até no desenvolvimento: vou usar uma biblioteca para isso, um aplicativo para aquilo, outro para aquilo outro. São as camadas. Vão se criando dependências, às vezes desnecessárias, e o projeto passa a exigir mais gente para cuidar de cada camada e garantir que ela funcione.

04:00 — As camadas de uma transmissão ao vivo e o backup de cada uma

A mesma coisa vale quando a gente vai transmitir um evento. Aqui, o estúdio é nosso e a internet não é nossa, mas tem redundância: temos duas internets. A energia não tem redundância própria; se cair, a camada de reserva é o gerador, mas até o gerador ligar já vai um tempo.

Então eu tenho uma camada de energia e um backup. Tenho uma camada de internet que não está na minha mão, mas tenho um backup.

Temos um estúdio nosso, uma ilha de transmissão nossa e uma ilha de transmissão reserva. Temos a mesa de corte e, se ela der problema, podemos usar uma câmera sozinha. O áudio é a mesma coisa: temos este microfone e, se ele falhar, usamos o microfone das câmeras.

Temos também um softbox, que dá para mover se outro falhar. Cada item é uma camada.

05:30 — Plataforma, player e redes sociais

O streaming é nosso. Aqui a gente conecta no OBS, que é uma instalação nossa. O OBS transmite para a nossa plataforma, e dela a transmissão fica disponível no player, no site e nas redes sociais.

Hoje estamos em cinco redes sociais simultaneamente, com o Instagram, o Facebook e o YouTube da JMV Technology. A massa da nossa audiência está no YouTube, com quase 20 mil seguidores orgânicos, de um nicho.

Também estamos no NoChalks, no Instagram e no YouTube [trecho omitido]. É uma plataforma nossa também. A gravação do podcast é feita no nosso sistema, para depois fazermos os cortes com automações e inteligência artificial e postá-los nas redes.

Todos os dias há cortes deste podcast no Instagram do NoChalks e da JMV Technology.

06:30 — Evento público x evento com área restrita

Olha a quantidade de camadas que a gente tem. É complexo. Um detalhe importante: estamos falando de um evento público, que não tem a preocupação de área restrita nem de venda de acesso. É isso que complica a vida. Vamos subir o nível.

Antes de entrar nisso: nós fazemos o podcast sem patrocínio de ninguém, para demonstrar as nossas ferramentas. É para você ver a capacidade que temos de dar suporte a uma transmissão ao vivo. Aqui o estúdio é pequeno, feito para gravar vídeo, e a gente usa chroma key.

Muitas vezes fica tão bonito que você nem percebe.

Estamos mostrando que é possível fazer isso, inclusive na vertical: [trecho omitido] Começamos assim para mostrar as nossas ferramentas e, além de bater papo, ajudar com outras questões.

08:01 — Por que usamos as nossas próprias soluções

Para nós é bom, porque, ao usar as nossas soluções, ganhamos o olhar de quem realmente as utiliza. Isso nos permite melhorar cada vez mais e enxergar possibilidades que agreguem ao seu projeto.

O nosso time de especialistas está do outro lado para conversar com você e entender o seu projeto, e assim indicar a melhor solução.

O objetivo do podcast não é retorno financeiro. A gente quer ajudar. Obviamente, se a gente te ajuda, você vai usar uma das nossas soluções, e um pedacinho desse sucesso acaba ficando com a gente.

Quando o podcast foi lançado, o primeiro objetivo era levar informação responsável e relevante, para você usar nos seus projetos de forma ainda mais objetiva.

09:01 — Redundância em tudo o que depende de você

Para um evento público, a estrutura que citamos já estaria pronta e poderia ser feita sem problema. A redundância é um elemento muito importante. Eu costumo dizer que a gente tem que ter redundância em tudo aquilo em que é possível ter. A energia já não depende de você.

Mas computador, câmera, mesa de corte e internet dependem, e dá para ter redundância neles.

Principalmente quando o evento é do âmbito financeiro, quando alguém te paga para prestar o serviço, você não pode minimizar nenhum custo que garanta a qualidade e a segurança do evento. Quando envolve valores, a responsabilidade é ainda maior.

Aqui estamos levando informação pública, sem receber para fazer o podcast; por isso é um âmbito que não depende de tanta redundância. Mesmo assim, nos preocupamos.

10:00 — Aula ao vivo também é evento

Aula ao vivo é um evento. A gente está ao vivo também nas redes do NoChalks. É importante dizer: uma aula ao vivo não deixa de ser um evento, e precisa da mesma estrutura de energia, internet e de uma plataforma estável, que grave, converta rápido e libere para os alunos.

Vamos entrar nesse aspecto durante o episódio, porque é muito importante no EAD.

Para complementar o que o Josimar falou das camadas, temos ainda a camada da plataforma restrita. Ela pode ser só para um evento sazonal ou para uso recorrente, como o EAD. É uma camada muito importante, porque é lá que o seu usuário vai de fato acessar o conteúdo.

10:32 — A plataforma restrita: ao vivo, gravação e Live Conversion

Dentro dessa camada estão o serviço de streaming de vídeo ao vivo, a gravação do ao vivo e a disponibilização dessa gravação por Live Conversion. Enquanto o conteúdo está sendo transmitido, o nosso sistema já grava e coloca o arquivo na fila de conversão.

Quem perdeu o evento, ou não tem tempo e quer assistir no dia seguinte, já encontra a gravação.

Assim, o evento que acabou de ser transmitido entra em processo de Live Conversion, e quem não pôde participar ao vivo já começa a assistir.

Tudo com o respaldo de segurança do conteúdo, para que não seja vazado, e com a possibilidade de vender esse acesso por integrações de gateways que oferecem Apple Pay e Google Pay.

11:31 — Vender o acesso sem dificultar a compra

Para evento, o imediatismo muitas vezes toma conta: às vezes você decide fazer o evento de um dia para o outro. Quando você vende o acesso, precisa facilitar para quem vai comprar. Se colocar um dificultador, você não vende nada e o evento não é monetizado.

Independentemente da programação, pode surgir um evento de última hora, ou um evento mais planejado, como o lançamento de um curso online, que leva uns 40 a 45 dias de planejamento para funcionar. Um fator fundamental é a venda: antes do evento, é preciso vender.

O evento ao vivo, com redundância de internet e de câmera, só acontece depois disso.

12:33 — O checkout de dois cliques

Para vender, existem várias formas: carrinhos de compra, checkouts mais complexos e mais simples. Lançamos recentemente um checkout e até fizemos um podcast sobre isso, em que o usuário só precisa clicar.

São dois cliques, aqui ao lado: o usuário fecha a compra, que pode ser de uma aula, de um evento ou de um ingresso, para participar uma vez só ou de forma recorrente.

O usuário tem o carrinho de compra e, ao clicar, abre uma tela em que pode digitar os dados do cartão de crédito, se quiser. Mas também pode simplesmente clicar em Apple Pay ou Google Pay, duas vezes, ao lado do telefone.

O nosso sistema está todo integrado: cria a conta do usuário, envia usuário e senha, faz o login e libera o acesso.

13:30 — Venda em poucos cliques

[trecho omitido]

14:00 — Venda e acesso

[trecho omitido]

16:31 — As duas maiores dúvidas de quem organiza evento

Uma das maiores dores com que lidamos é a dos leads, os parceiros que se interessam pelo serviço e querem tirar dúvidas com o nosso time. Quando se trata de evento, as principais preocupações são duas. A primeira é a venda: será que vai vender?

O que posso fazer para vender o meu evento de forma mais fácil? A segunda é se vai funcionar.

Evento é algo único, igual a um casamento. Você tem a data marcada e, se o problema acontece naquele dia, não tem como voltar. O evento não pode falhar, independentemente das circunstâncias: ele tem que acontecer.

Então as duas preocupações são: vou conseguir vender, terei público-alvo, eles vão conseguir comprar o meu acesso? E o evento vai funcionar?

17:31 — Como lidar com a primeira dúvida: vender

Para vender, depende primeiro de uma pesquisa de público-alvo, adequada ao tipo de evento. Você precisa mapear se tem público para esse evento, para não fazer um investimento desnecessário. Quando você é um prestador de serviço contratado, essa preocupação não é sua.

Mas a sua preocupação, como prestador, é garantir uma solução em que o seu cliente final tenha assertividade. Como? Buscando uma plataforma que permita ao usuário comprar por Apple Pay e Google Pay, o que facilita a compra e aumenta a conversão do seu cliente final.

18:01 — A plataforma que você escolhe é responsabilidade sua

Se você coloca obstáculos para o usuário comprar, passa a ser responsável, porque é você quem está prestando o serviço. O insucesso do seu cliente fica ligado diretamente à plataforma que você escolheu para ele realizar o evento.

Isso é muito sério, e há formas de escolher uma solução que garanta o êxito do seu parceiro.

Garantindo o êxito dele, com certeza no próximo evento ele vai fazer contigo. Qualquer insucesso na prestação do serviço, seja por indicar uma plataforma sem usabilidade, insegura ou sem os recursos de que o cliente precisa, e ficar emendando puxadinhos, é a certeza de perder um parceiro.

É uma porta fechada, e outras podem nem se abrir.

19:01 — Reputação local e escolha da plataforma

Dependendo do caso, isso pode se alastrar. A sua fama, principalmente se você for local, pode ser afetada, e isso pode inviabilizar o seu negócio. Temos muitos clientes que são produtoras de vídeo. A produtora é local: não compensa viajar.

Às vezes aparece quem peça captação em outro estado, e o traslado não vale a pena, então se contrata o fornecedor mais acessível. Por isso nós só fazemos a plataforma.

Por ser local, é preciso tomar cuidado na hora de contratar uma plataforma. Muitas vezes quem quer vender curso ou fazer evento não faz ideia da parte de venda, e isso dá problema. O Mário colocou um ponto importante: o puxadinho. [trecho omitido]

21:30 — O que cabe ao contratante

Então, no nosso caso, a primeira dor está eliminada. Sobre o funcionar, cabe também ao contratante escolher uma plataforma que dê respaldo dentro do que você precisa. Como descobrir isso? Primeiro, expondo o seu projeto e o que você precisa.

Segundo, contratando uma plataforma que tenha tudo no mesmo lugar: menos dor de cabeça.

22:01 — Uma empresa que comporte toda a operação

Se você contrata uma solução para vender e, no meio do caminho, outra para fazer ao vivo, software com software pode dar problema. [trecho omitido] O ideal, de fato, é uma empresa que comporte toda essa operação e, se precisar, tenha um suporte que resolva tudo: vendeu o ingresso, hospedou o vídeo, liberou a transmissão ao vivo, configurou o multi-social. [trecho omitido]

24:01 — Sem solução centralizada, ninguém sabe para quem ligar

Na hora da pressão do evento, quem está na linha de frente fica em desespero. Sem uma solução centralizada, você não sabe nem para quem ligar. Você falou um negócio aí: quantas pessoas você conhece que não sucumbem à pressão?

A maioria das pessoas que eu conheço não suporta a pressão do evento. Na hora, a pessoa não consegue se centrar. [trecho omitido] [trecho omitido]

25:01 — Na hora da pressão, a pessoa esquece tudo

Deu problema aqui, deu problema ali, vamos resolver aqui: essa parte é com um fornecedor, essa é com outro. Muitas vezes, na hora da pressão, por mais que a pessoa tenha vivido o evento uma semana antes, ela esquece tudo. Quem suporta a pressão psicológica são pouquíssimos.

Quando envolvem valores, o contratante do evento, lá, pensa: por que não está dando certo? Nós temos um contrato.

Já começa a vir aquela cabeça de processo. O conforto de ter uma solução integrada é que, por menor que seja o problema que aconteça durante o evento, você vai ligar num único lugar.

25:30 — Como começa um evento conosco: onboarding

Qual é o procedimento quando alguém contrata um evento com a gente? Quando o cliente já está conversando com a gente, em processo de virar cliente de fato, nós recomendamos a contratação com antecedência. Porque liberamos o serviço antes do evento, para que se possam fazer todos os testes.

E fazemos um onboarding com o especialista que você designar.

Isso é um treinamento na nossa solução com a pessoa do seu time que vai cobrir aquele evento, para que ela tenha autonomia de usar o serviço de ponta a ponta e saiba onde está pisando. Isso garante a confiança e, principalmente, o domínio da solução.

Muitas vezes o pessoal contrata o evento em cima da hora e não tem onboarding.

26:31 — Contratar em cima da hora

Aconteceu um dia: o cliente ligou por volta de duas da tarde, tinha um evento às oito da noite, tinha contratado outro serviço no local, deu errado, fez teste, o treino não funcionava direito e ficou com medo. Ligou para a gente naquela correria.

Acabou que até deu certo, mas não faça isso. Contrate um serviço decente e teste um ou dois dias antes.

27:01 — Dica de ouro: testar o evento onde ele vai acontecer

E outra dica de ouro, óbvia, mas muita gente não faz: na hora de testar o evento, você vai testar o evento da sua casa ou vai testar o evento usando a estrutura do evento?

Já aconteceu várias vezes de o pessoal estar num lugar cômodo e até levar a câmera de casa para testar, mas não levar o computador, ou a ilha não estar com a mesma internet do lugar. Quantas vezes falta um cabo, não chega o roteador, ou o roteador é ruim?

Às vezes você está no cabo em casa e, chegando no evento, cadê o cabo?

27:30 — "Aqui tem cabo": a confirmação que não vale

É wireless? O dono do local fala: "Não, aqui tem cabo, sim." E o cara nem sabe o que é cabo. Muitas vezes é só o dono do prédio onde vai ter o evento. Esses pormenores pesam demais na hora do evento.

28:01 — Rede restrita, intranet e liberação no local

Muitas vezes os locais de evento têm uma burocracia tão grande que há restrição de rede e restrição de IP. Às vezes a empresa exige que você transmita o evento dentro de uma intranet e precisa de liberação. São várias possibilidades de dar errado quando você não testa direto do local. [trecho omitido]

28:31 — Quem cuida da rede e a porta específica

Quando a gente fala desses setores, qualquer setor de governo, prefeitura, existe uma rede ali e alguém cuida dessa rede. As pessoas bloqueiam tudo, até por questão de segurança, e eu entendo.

Então você precisa pedir a liberação de uma porta específica, porque o streaming eventualmente usa uma porta específica.

29:00 — Levar o equipamento e testar no local

Isso acontece quando o local que você contrata não tem um RTMP nativo na [porta ilegível na legenda]. A gente tem um RTMP nativo nessa porta, ou RTMPS, que é seguro, criptografado.

Por isso é importante, antes do evento, dar um jeito de levar o equipamento, ou pelo menos o mínimo da conexão da transmissão, e fazer um teste no local do evento.

Se você deixar para fazer tudo no dia, pode ser que a pessoa que libera a porta de que você precisa não esteja no local, esteja de férias ou tenha se machucado. Às vezes a pessoa do evento só abriu o espaço para você e nem sabe quem cuida dessa parte.

29:31 — Um caso: a vistoria que evitou o pior

Vou dar um exemplo que aconteceu com a gente. [trecho omitido]

34:32 — Quem vai ao local precisa entender do assunto

Por isso é fundamental ter um braço direito de extrema confiança e que seja técnico, que entenda do negócio. Não adianta a pessoa ser honesta e de confiança se não souber o que está fazendo.

Não é porque é gente boa e não vai te roubar que ela serve: tem que ser uma pessoa de confiança, legal e que saiba tecnicamente o que está fazendo.

Se você tem uma pessoa assim, mande-a ao evento. Se não tem, vá pessoalmente ao local, ver as condições de fato. Só ligando e perguntando "tem isso, tem aquilo", não funciona.

35:00 — Vistoria técnica antes do evento

A famosa vistoria técnica tem que ser feita quando você é contratado para fazer um evento, principalmente se for em outra cidade, em ambiente restrito e burocrático, em tudo que envolve questão governamental ou de interesse público.

Fique atento: você vai encontrar essas barreiras e só consegue eliminá-las se fizer a vistoria técnica e falar com as pessoas que serão responsáveis pelas alterações.

Porque, se você faz o teste na sua casa, que não tem restrição nenhuma, você conhece a sua estrutura. Acreditando que no evento vai ter a mesma facilidade e a mesma estrutura, você cometeu o primeiro passo para o insucesso do seu evento, ou do evento do parceiro que contratou você.

36:00 — A cartilha: testar antes e no local

Tome cuidado com essas questões. Isso é muito sério e, ao mesmo tempo, algo simples: se você seguir a cartilha, garante o evento. Basta seguir estas orientações e sempre testar antes, no local. É o que dizemos a qualquer parceiro que nos chama diariamente: "Legal, você vai fazer um evento.

Para quando?" Se for para daqui a bastante tempo, ótimo, haverá tempo de ir ao local testar.

Então tem que ser algo bem transparente, porque o evento não pode falhar.

36:30 — Tipos de conteúdo: ao vivo e sob demanda

Seguindo o nosso trâmite, vamos falar dos tipos de conteúdo que você pode inserir no seu evento. Evento não é feito só de ao vivo. O ao vivo tem um apelo maior, mas, com a falta de tempo cada vez maior das pessoas, nem todo mundo vai participar na data que você marcou.

Você pode aproveitar o evento ao vivo para produzir um conteúdo que poderá monetizar por bom tempo, para quem não pôde participar. Se você vende um ao vivo e não oferece a oportunidade de a pessoa consumir o conteúdo depois, perde receita.

37:31 — Monetizar também o conteúdo gravado

Hoje o que o pessoal mais tem feito, pelo menos o nosso público que nos procura, é monetizar também o sob demanda. Muitas vezes vende a um valor mais acessível para ver depois e a um valor específico para quem vai ver ao vivo, no dia.

Porque quem assiste ao vivo tem a oportunidade de interagir e de enviar perguntas.

O ao vivo mexe com a emoção. Quem assiste a um jogo de futebol ao vivo não ia assistir ao jogo inteiro depois; no máximo veria os melhores momentos. Então o ao vivo é totalmente diferente e tem oportunidades que o gravado não tem.

38:30 — Híbrido: ao vivo e depois um ticket menor

Uma opção é o híbrido: faz o ao vivo e, depois, vende o gravado por um ticket menor. No EAD, o ao vivo traz uma grande experiência, mas tem o seu preço, pelo apelo que envolve.

E o sob demanda é uma oportunidade além daquele ao vivo que você fez: você pode transformá-lo num minicurso, numa área privada, a área que o pessoal chama de premium.

Assim as pessoas consomem o conteúdo depois, por um valor mais acessível, e você monetiza mais de uma vez em cima do mesmo conteúdo.

39:00 — Por que o sob demanda importa

O sob demanda é de grande importância. Primeiro, porque dá a possibilidade de disponibilizar o conteúdo depois. Muita gente pergunta se o evento vai ficar disponível. Às vezes a pessoa tem um compromisso no dia, quer comprar o evento, mas quer ter a certeza de que terá o conteúdo depois.

Além disso, você pode trabalhar esse conteúdo de forma sintetizada, com cortes, para atrair novos leads para o seu evento.

39:30 — Cortes gratuitos para atrair leads

O que o pessoal tem feito muito é cortar momentos do evento que ocorreu ao vivo e cadastrá-los como conteúdo gratuito, para atrair leads. A nossa plataforma permite criar um curso gratuito, para transformar esse gratuito em lead para o próximo evento.

Então o conteúdo gravado tem cada vez mais relevância: serve para revisão, para os melhores momentos e para fornecer trechos gratuitos do ao vivo, atraindo um público-alvo cada vez maior.

40:01 — Disponibilidade 24 por 7

Não descarte a possibilidade do gravado, pelo conforto de estar disponível 24 por 7, dentro da política do evento que você definir: por sete dias, por um mês, de forma recorrente ou vitalícia, como a Netflix, em que enquanto o usuário estiver pagando, ele consome o seu conteúdo.

O sob demanda é cada vez mais cômodo, porque a pessoa vê no horário que quiser. Não há mais a necessidade de estar num horário fixo para ver um filme. [trecho omitido]

42:00 — Alta conversão e gateway que não cai na hora de vender

Voltando ao evento: falamos de alta conversão usando Apple Pay e Google Pay. Se você tem um evento e quer garantir que não vai ter problema na hora de vender, o seu gateway de pagamento não vai cair na hora de vender. [trecho omitido]

42:30 — Do presencial para o digital: depende do escopo

Levamos a experiência do presencial para o meio digital, para que o usuário consuma o conteúdo que desejar dentro do leque de possibilidades que o evento pode trazer.

Isso depende muito das características do evento e dos requisitos do seu cliente, ou seus, caso você mesmo realize o evento.

Por isso é importante, quando contatar a gente, usar o formulário e expor o escopo do evento. A partir dele, conseguimos entregar a melhor solução. São infinitas possibilidades.

43:00 — Estatísticas: eventos públicos e medição no servidor

Sobre a estatística, depende do modelo que você for fazer. Quando é um evento público, a estatística é somada em um ambiente que chamamos de server side: lemos tudo o que é conexão.

[trecho omitido]

45:01 — Evento interno: registrar o progresso do aluno ao vivo

Isso vale sempre para eventos públicos. Agora a parte do progresso do aluno: quando é um evento interno, você pode usar o NoChalks, a nossa plataforma EAD integrada com essa parte do evento. Como registrar o progresso de um aluno ao vivo? Temos essa tecnologia.

Você sabe quanto tempo de um evento ao vivo o aluno assistiu.

Depois que o ao vivo vira uma aula gravada, o progresso continua. Por exemplo, o aluno assistiu uma hora de um ao vivo de duas horas: assistiu 50%. Se quiser, vai ter que continuar assistindo os outros 50%.

45:30 — Uma tecnologia que só quem domina o processo entrega

Isso parece óbvio, mas você não encontra em plataforma nenhuma, porque é uma tecnologia que só quem domina o processo de ponta a ponta consegue desenvolver e entregar. É o que chamamos de solução integrada.

46:00 — Defina primeiro o que o evento precisa

A plataforma EAD pode ser usada para várias possibilidades. Quando for contratar o serviço de evento, primeiro defina se será necessária uma área restrita ou não e, se sim, se haverá venda de acesso ou não. A nossa plataforma está preparada para as duas possibilidades.

Para podermos indicar melhor e ajudar até no esboço dos recursos de que o evento precisa, você nos informa a necessidade real. Hoje a plataforma NoChalks é tão grande, com tantos recursos, que muitos você não vai usar no seu evento.

46:32 — Onboarding: só os recursos que você vai usar

No treinamento de onboarding de que falamos, passamos pelos recursos que você realmente vai usar, para extrair o melhor da plataforma. A plataforma é completa: envolve o serviço de stream, de venda de acesso, estatísticas e, principalmente, a segurança do seu conteúdo.

47:00 — O player funciona só dentro da plataforma

O player vai funcionar, a partir do momento em que você contratar conosco, única e exclusivamente dentro da plataforma. O conteúdo sob demanda não vai ser baixado, porque trabalhamos com uma segurança que nós mesmos desenvolvemos: o nosso próprio DRM.

E não cobramos tráfego a mais para você consumir um conteúdo com segurança.

O valor que você fechar conosco, com o nosso time de especialistas, no ato da contratação, é aquele, e pronto. Você não terá custo adicional para trabalhar com uma plataforma segura. É a nossa política de preço transparente.

47:30 — Hospedagem

[trecho omitido]

48:02 — Desempenho e o botão de play grande

No evento, quando a pessoa entra, aparece um botão grande, o Big Button, para ela dar um clique e continuar assistindo.

Os players implementaram a política de autoplay sem áudio, então em qualquer canal você vê que precisa clicar para dar o play. Por isso desenvolvemos esse botãozinho grande.

O pessoal de VSL, o vídeo de vendas, usa bastante, e nós trazemos isso também para o evento e para as aulas, porque torna o uso mais gostoso e mais atrativo.

49:00 — Interação: chat, fórum e materiais de apoio

A gente nem entrou na questão da interação. A plataforma também tem o chat ao vivo, para o caso de o evento precisar que as pessoas interajam com o moderador. Ela está preparada para esse chat com ou sem moderação.

Para eventos gravados, o fórum de discussão pode ser ativado a qualquer momento, também com ou sem moderação.

Isso garante a possibilidade de interação do usuário no momento em que ele assiste ao conteúdo. Há ainda materiais de apoio: por exemplo, um portfólio do evento para o usuário baixar. E há o sistema de enquete.

49:30 — Certificado e tudo em um único lugar

Se o evento envolve certificação, a plataforma está preparada para emitir certificado com base nas metas alcançadas pelo usuário, seja de frequência, seja de desempenho, por exemplo num exercício ou num simulado que você deixe depois do evento.

A plataforma é literalmente completa, e o melhor é que está tudo num único lugar.

Na mesma plataforma você faz tudo o que falamos: vende os ingressos, integra com Apple Pay e Google Pay, ativa a venda e libera o usuário automaticamente, transmite ao vivo para ele assistir.

Se quiser um aplicativo exclusivo com o seu nome, para iOS e Android, é só ligar: desenvolvemos o aplicativo com o nome da sua escola ou instituição, já integrado com essa plataforma.

50:30 — Avisos de evento e certificado digital

Um ponto que eu acho legal: se o evento está ao vivo, dá para avisar por SMS ou WhatsApp, se você quiser. Integramos também com automações, com o aviso de WhatsApp de aula nova ou de evento ao vivo disponível.

A pessoa pode assistir, nesse caso, no ambiente privado, onde se registra o progresso e se emite o certificado.

O pessoal no Brasil gosta demais de certificado. Para o aluno, é um quesito de venda: quando você pesquisa no Google um curso, aparece "com certificado". As pessoas apreciam muito.

Nos eventos profissionalizantes, tem gente que prega o certificado na parede, ou leva para uma entrevista de emprego.

51:31 — Validação do certificado

Tudo que prove que aquela pessoa participou de um treinamento faz diferença. Por isso temos uma validação digital, usando certificação digital, já integrada na plataforma, sem custo nenhum para você.

Quando o seu aluno emite o certificado de participação no evento, gera-se uma assinatura digital, e ela pode ser validada na própria plataforma.

Quem quer verificar que o certificado existe acessa a plataforma com aquele código e confirma que ele é válido e que a pessoa participou, com certos percentuais. Isso é muito importante, porque hoje ninguém acredita só no papel: qualquer Canva da vida faz um certificado.

52:30 — Verificar certificados na prática

É igual quando eu recebo currículo e o candidato coloca um tanto de certificações. Eu não quero nem saber o que ele colocou: peço o link de onde ele fez, olho a grade e, às vezes, faço uma provinha para ver o que ele aprendeu. Por isso é importante o certificado ter validação.

É bom para quem tem o certificado e muito melhor para quem precisa confiar nele.

53:02 — Exercícios e banco de questões

Como estamos falando de evento, numa próxima live do podcast vamos fazer um episódio focado em certificado e exercícios, porque muita gente procura isso e nós ainda não falamos disso.

Temos [trecho omitido], além de você poder configurar o curso em modo de aula tipo Kanban. Há um esquema fantástico, aleatório: você pode usar o ChatGPT para ajudar a gerar o banco de questões.

Não é para fazer coisa genérica, pelo amor de Deus. Com o ChatGPT você gera os exercícios e as atividades, monta um banco de questões, e elas são apresentadas ao usuário de forma aleatória. As atividades de um usuário serão diferentes das do outro.

Dois colegas fazendo o mesmo curso não conseguem colar um do outro.

54:00 — Tipos de exercício

Assim você dá múltiplas possibilidades para o mesmo exercício, sem precisar fazer um exercício diferente para cada aluno, o que seria insustentável. Os exercícios de múltipla escolha têm autocorreção.

Temos exercícios dissertativos, em que um moderador corrige a resposta digitada pelo usuário.

E temos um exercício único, exclusivo, que foi desenvolvido na época para um parceiro nosso: o exercício do tipo enviar arquivo, em que o usuário pode gravar um vídeo ou subir um conteúdo.

54:31 — O exercício de enviar vídeo: como nasceu

[trecho omitido] Como empresa parceira, sentimos o projeto do nosso parceiro, vimos a possibilidade de customização e criamos um modelo de exercício inédito em plataforma, que atenderia a necessidade desse cliente.

O curso dele era de oratória. O que ele precisava medir no aluno não era o texto nem a teoria: era a prática. O curso era para as pessoas terem mais confiança para falar em público e uma boa narrativa.

Eles precisavam desse exercício para o aluno subir um vídeo feito pelo próprio celular, como se fosse uma prova, para que os professores avaliassem, dessem a nota e a justificativa.

56:01 — Um recurso que serve para vários segmentos

Isso se encaixou depois em vários outros segmentos, não só de oratória: cursos de idioma, em que se precisa saber como a pessoa está falando o idioma que aprende; cursos de música, de canto, e por aí vai. É um modelo de exercício que depois se adaptou a vários outros segmentos.

Desenvolvemos o recurso para o cliente, atendemos o cliente e hoje temos um recurso exclusivo. Se você tem um negócio exclusivo, inglês, aula de violão, oratória, mentorias, tudo em que você gera um valor exclusivo para o aluno, a nossa plataforma permite fazer isso com esse modelo.

56:31 — Desenvolvimento próprio

Era um recurso que não existia no mercado e que poderia inviabilizar o projeto desse cliente. Entendemos a necessidade e levamos para o nosso time de desenvolvimento, que é um time interno: temos um departamento de desenvolvimento exclusivo para a plataforma dentro da empresa.

Levamos para o time de análise e planejamento, que validou a possibilidade técnica. Passamos o orçamento ao cliente, porque se tratava de uma demanda inicialmente exclusiva, e ele pôde aproveitar e usar a nossa solução para a necessidade dele.

57:01 — Próximo episódio e fechamento

Acho que falamos bastante de eventos e já passamos dos nossos 60 minutos hoje. No próximo podcast vamos falar sobre plataforma EAD com exercícios e certificados.

Se você quiser fazer um evento privado e entender como isso vai funcionar, mande para a gente: o nosso time vai explicar a alta conversão e tudo como funciona.

A ideia deste episódio foi mostrar que existem soluções integradas para cobrir o seu evento de ponta a ponta, eliminando a possibilidade de contratar vários fornecedores e fazer os devidos puxadinhos.

Assim você tem segurança e sossego e garante o sucesso do evento, para que o seu contratante também alcance o dele.

58:01 — Contato

Existe uma solução tudo em um para o seu evento dar certo. Um contato, um consultor que resolve a sua vida inteira, e pronto. Você ganha com a gente e a gente ganha com você. O valor é acessível para cotar qualquer tipo de solução: formulário de cadastro disponível.

O nosso atendimento: [trecho omitido] O nosso time está aguardando o contato de vocês para ajudar e indicar a melhor solução para o seu evento.

58:32 — Despedida

Obrigado pela audiência a quem acompanhou. Obrigado ao nosso backstage e obrigado, Mário, mais uma vez pela presença. Espero que todos tenham uma excelente semana.

Estamos à disposição: [trecho omitido] Um grande abraço para você, fique com Deus e até a próxima quarta-feira, às 10 da manhã. Excelente semana!

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