App próprio para curso online vale a pena?
Resposta rápida: app próprio para curso online vale a pena quando a taxa do marketplace pesa mais que a mensalidade do app.
No Start, a preço de tabela e com curso de R$ 297, o empate fica perto de R$ 13 mil por mês; o setup é definido no briefing.
- Veja quanto o curso fatura por mês hoje.
- Compare com R$ 13 mil, o empate do plano Start.
- Conte quantas vendas vêm de afiliados.
- Confirme se os alunos estudam pelo celular.
- Peça uma proposta e combine com o comercial como o app se conecta à sua plataforma (API REST e webhooks).
Neste artigo (9 seções)
- O que um app próprio muda para o aluno
- Quanto o marketplace cobra de você
- Quanto custa o app próprio
- A conta: quando um app próprio para curso online vale a pena
- Dá para ter o app e continuar na Hotmart?
- Quando um app próprio para curso online NÃO vale a pena
- E a proteção do conteúdo dentro do app?
- Como decidir se o app próprio para curso online vale a pena
- Perguntas frequentes
Quem vende curso costuma ouvir duas frases ao mesmo tempo: "tenha o seu aplicativo" e "não saia da Hotmart".
As duas ideias não brigam. A primeira custa dinheiro fixo; a segunda custa porcentagem.
Dá para comparar com número, e é isso que este texto faz, com a taxa da Hotmart e o preço de tabela da JMV Stream.
A pergunta é se um app próprio para curso online vale a pena para o seu faturamento.
O que um app próprio muda para o aluno (e para você)
O aluno passa a ter o ícone do seu curso na tela do celular, com o seu nome e a sua cor.
Hoje ele abre o app de um marketplace, onde o seu curso é um entre milhares.
No episódio, o argumento foi simples: o app é o ponto de contato mais direto com quem pagou.
É por ele que sai o aviso de aula nova e a oferta do próximo curso (episódio, 06:03 a 07:46).
Se um concorrente oferece essa experiência e você não, a fidelização dele fica mais fácil que a sua.
Duas ressalvas, para não prometer o que o plano não entrega:
- Notificação push aparece no plano Pro, não no Start, segundo a página oficial em 17/10/2026.
- O app não substitui a página de vendas nem o tráfego: marketplace traz afiliados e vitrine; o app só funciona para quem já comprou.
Quanto o marketplace cobra de você
A Hotmart informa na página de taxas, conferida em 20/10/2026: 9,9% mais R$ 2,49 por venda aprovada.
A taxa é igual para todos os tipos de produto.
Para quem fatura a partir de R$ 500 mil no ano, a página mostra até 8,9%, mais os mesmos R$ 2,49.
O recebimento padrão é em 30 dias. Antecipar custa 2,19% (14 dias), 3,59% (2 dias) ou 4,79% (a qualquer momento).
Por causa dos R$ 2,49 fixos, a taxa pesa mais no curso barato:
Conta nossa com a taxa de 9,9% + R$ 2,49 da Hotmart; a conta não inclui antecipação nem impostos.
No episódio, a faixa citada para marketplaces em geral foi de 11% a 60% (dado do podcast, a confirmar).
Só a Hotmart foi conferida na fonte. Trate o resto como hipótese até ver a tabela de cada plataforma.
Quanto custa o app próprio
Valores de tabela da página criar app de streaming e Pay-Per-View da JMV Stream, conferidos em 17/10/2026.
O setup é definido no briefing, conforme o projeto, e pode variar ou ter desconto. Confirme com o comercial antes de decidir.
| Preço de tabela | Start | Pro |
|---|---|---|
| Setup (varia por projeto) | R$ 9.900 | R$ 19.900 |
| Mensalidade | R$ 999 | R$ 1.999 |
| Apps | iOS, Android e Web | iOS, Android, Web e Apple TV |
| Inclui | hospedagem de vídeo com banda ilimitada, migração ilimitada, pagamento por Stripe, PagSeguro ou PayPal, DRM básico | tudo do Start, mais push, captura de leads, API REST e webhooks para o seu CRM e DRM avançado |
A banda ilimitada vem no preço: o vídeo do curso fica na mesma estrutura do app, sem cobrança por tráfego.
Sobre a hospedagem em si, veja como escolher onde hospedar videoaulas.
Para comparar: um app sob medida foi estimado no episódio em "10 mil para cima", com segurança e pagamento (28:51).
É um dado citado no podcast, a confirmar.
A conta: quando um app próprio para curso online vale a pena
Premissa: o app substitui a taxa do marketplace.
Ou seja, você passa a vender e entregar o curso pelo seu app e pelo seu checkout.
A conta usa o preço de tabela, com o setup dividido por 24 meses para entrar no custo mensal.
Se o setup sair com desconto, o ponto de equilíbrio cai. Se o projeto pedir mais, sobe.
Para um curso de R$ 297:
| Cenário (preço de tabela) | Custo mensal do app | Faturamento mensal em que a taxa da Hotmart empata | Vendas por mês |
|---|---|---|---|
| Start, só mensalidade | R$ 999 | ≈ R$ 9.300 | ≈ 31 |
| Start, com setup diluído em 24 meses | ≈ R$ 1.412 | ≈ R$ 13.100 | ≈ 44 |
| Pro, com setup diluído em 24 meses | ≈ R$ 2.828 | ≈ R$ 26.300 | ≈ 89 |
Legenda: estimativa, ticket R$ 297, preço de tabela, setup em 24 meses, taxa Hotmart de 9,9% + R$ 2,49; a conta não inclui antecipação nem impostos.
Com curso de R$ 997, o empate do Start (com setup diluído) cai para cerca de R$ 13.900 por mês, com só 14 vendas.
Com curso de R$ 97, sobe para cerca de R$ 11.300 e 117 vendas.
É estimativa nossa, com preço de tabela. Não é promessa de economia.
Passou do empate, o app próprio para curso online vale a pena. Abaixo dele, não.
O que essa conta ainda não inclui, e muda o resultado:
- Taxa do meio de pagamento (Stripe, PagSeguro, PayPal, Pix): sai a Hotmart, entra o processador. Percentuais a confirmar.
- Comissão da loja, se o aluno comprar dentro do app. Na Apple, no Brasil, chega a 21% mais 5% de processamento no caso geral.
- Afiliados. Se 40% das suas vendas vêm deles, tirar o curso do marketplace tira essa fonte de receita.
- Impostos e antecipação, que valem nos dois lados.
O caminho sem comissão de loja é vender no site e deixar o app só para o aluno entrar e assistir.
As regras estão em vender assinatura no app: taxa da Apple e do Google.
Dá para ter o app e continuar na Hotmart?
Dá, e para muita gente é aí que o app próprio para curso online vale a pena.
A página oficial descreve API REST pública, webhooks e SSO. Não há integração pronta com a Hotmart nem com outra plataforma: fale conosco e a gente integra.
O episódio explicou que o aluno que compra onde você já vende pode ser criado no app automaticamente (18:14).
Você mantém afiliados e checkout atuais e ganha o app como camada de relacionamento.
Antes de assinar, combine com o comercial como será a integração com o seu produto na Hotmart e em quanto tempo.
Ela é feita sob medida, não vem pronta, e merece teste, não suposição.
Quando um app próprio para curso online NÃO vale a pena
- Você fatura menos de uns R$ 10 mil por mês: a mensalidade já come a economia de taxa. Invista antes em vendas e tráfego.
- Você ainda valida o curso. Um setup de tabela de R$ 9.900 antes de saber se o produto vende é aposta alta.
- A maior parte das suas vendas vem de afiliados. O marketplace é o seu canal de vendas, não só o checkout.
- O seu aluno não usa celular para estudar. Pergunte antes: se 90% assistem no computador, o app serve pouco.
Nesses casos, o app próprio para curso online vale a pena só mais tarde.
E a proteção do conteúdo dentro do app?
Compartilhamento de login é o jeito mais comum de um aluno pago virar dez alunos que ninguém pagou (episódio, 19:00 a 20:38).
O episódio cita bloqueio de download e de gravação de tela, marca de identificação piscando no vídeo e login ligado à conta Apple ou Google.
Isso é o que foi dito em 2025. Confirme com o comercial quais recursos entram no seu plano.
A página lista DRM básico no Start e DRM avançado no Pro.
Para entender as camadas de proteção, leia proteção anti-pirataria para curso online, além do DRM.
Como decidir se o app próprio para curso online vale a pena (4 perguntas)
- Quanto o curso fatura por mês hoje? Compare com a coluna de empate acima.
- Quantas vendas vêm de afiliados?
- Seus alunos assistem pelo celular?
- Você consegue vender pelo seu site ou checkout sem depender do marketplace?
Se as respostas forem "mais de R$ 13 mil", "poucas", "sim" e "sim", o app próprio para curso online vale a pena. Se não, espere.
Quer ver o seu caso com número? Leve o faturamento e o preço do curso a um briefing para criar o app de streaming com a sua marca.
Episódio de 19/02/2025. A oferta de app em troca da hospedagem não vale mais. Condições atuais na página do app PPV/OTT.
Capítulos do vídeo:
Transcrição completa do vídeo (56 min)
Episódio do Café & Tech Podcast "Aplicativo Pay-Per-View: hospedagem e segurança de vídeos no Android e iOS", transmitido ao vivo em 19/02/2025 pelo canal JMV Technology (56 min 32 s). Fonte: legenda automática do YouTube, revisada (grafias, pontuação, frases truncadas e parágrafos). A legenda não identifica quem fala. Os tempos são aproximados. Trechos com cliente, concorrente, terceiro, comentário fora do tema, chamadas promocionais ou condição comercial de 2025 foram trocados por "[trecho omitido: …]". Valores, condições e comparações citados no episódio são de fevereiro de 2025 e sem fonte conferida, salvo onde o artigo diz o contrário. Valem as informações do artigo.
00:12 — Abertura
Bom dia a todos. Sejam todos muito bem-vindos ao podcast Café & Tech. Eu sou o Mário Sérgio, consultor de soluções da JMV Technology. Estamos na temporada de aplicativo Pay-Per-View.
Vamos pro nosso segundo episódio, onde a gente vai falar muito da parte principal do aplicativo, que é a hospedagem do conteúdo, principalmente uma hospedagem com segurança. Estou aqui hoje com Josimar Machado. Muito bom dia, Josimar. Bom dia, Mário. Tudo bem contigo?
Bom dia para você que nos acompanha. Bom dia pro Guilherme, nosso backstage aqui hoje.
[trecho omitido: comentário fora do tema]
Semana passada a gente começou a falar sobre o aplicativo Pay-Per-View, né, Mário? Temporada nova.
[trecho omitido: comentário fora do tema]
Mário, você que está no nosso time de frente, fazendo todo um pega na mão e quase carregando os clientes, conta pra gente o que eles dizem quando ligam aqui perguntando de Pay-Per-View. O pessoal fala: eu quero um aplicativozinho para poder só dar aula ou para ter o meu IPTV e tal.
01:45 — O que as pessoas esperam de um aplicativo Pay-Per-View
Conta pra gente a sua experiência: hoje o aplicativo Pay-Per-View está cada vez mais procurado, pelo simples fato de que você tem a oportunidade, muitas vezes a melhor, de fidelizar o seu cliente final, a pessoa que vai assistir o seu conteúdo.
Só que a palavra Pay-Per-View é tão genérica que se encaixa em vários segmentos. Muitas vezes o pessoal acaba confundindo, achando que vai comprar um aplicativo já com conteúdo para assistir, como se fosse a Netflix e essas gigantes do stream.
Se eu tivesse o conteúdo da Netflix, você acha que eu ia vender um negócio desse? Eu teria os estúdios e tudo aquilo. Obviamente a gente só pode publicar conteúdo que tem o direito de publicar. Não tem nada a ver com pirataria isso aqui.
02:36 — Para quem é o aplicativo
Antes de mais nada, o objetivo dessa temporada é trazer uma oportunidade para você, infoprodutor, que tem um EAD ou um canal de entretenimento com conteúdos próprios ou até de terceiros (desde que você tenha autorização para transmitir).
A oportunidade é ter um app para Android e iOS, com a sua marca, da sua instituição, com as suas cores e, o melhor, publicado na loja oficial, para que o seu usuário final, aquele que vai consumir o seu conteúdo, tenha o conforto de consumi-lo no dispositivo móvel.
Então, o Pay-Per-View hoje, o aplicativo que a gente tá falando nessa temporada, é justamente para poder te dar essa oportunidade.
Você que já tem aí a sua plataforma EAD, você que tem de repente o seu portal de notícia, que queira ter uma área premium, né, que o pessoal fala muito hoje, nada mais é do que uma área Pay-Per-View. alguém vai pagar para poder assistir.
E a gestão toda feita na palma da mão, por um aplicativo que não tem nenhuma ligação com a sua plataforma atual, bastando você ter o conteúdo hospedado no melhor serviço de hospedagem do mercado, sem tarifa de tráfego e com toda a segurança. E, gente, o que eu vou ganhar com isso?
Eu sou dono, quero criar um IPTV legalizado; você já sabe as nuances disso: precisa ter a sua marca e tal.
04:04 — Marketplace cobra comissão: a vantagem da marca própria
A galera do curso: ah, eu vendo na Hotmart, beleza, não quero sair da Hotmart. Opção sua, você está perdendo dinheiro igual a gente, mas o objetivo aqui não é esse.
Temos a nossa plataforma EAD NoChalks, que tem aplicativos próprios dela também, mas aqui o objetivo é o Pay-Per-View independente.
Então o Mário Cursos está vendendo o curso dele em qualquer outra plataforma, Udemy, Hotmart, Eduzz, esse tanto de plataforma que cobra de 11 a 60% de comissão (faixa citada no episódio, a confirmar).
Então você tá lá, assinou um contrato com eles, você vai ter um novo sócio no seu negócio, vai trabalhar para eles. Aí você quer alavancar o negócio, você quer que a sua marca tenha mais nome do que ser só mais um por aí?
Quando eu vou comprar um curso de qualquer pessoa, a primeira coisa que eu quero saber é quem é a pessoa. Hoje em dia tem muito papagaio vendendo coisa, e isso não é legal.
Eu quero saber quem é a pessoa que está me vendendo; segundo, o que eu vou ganhar com isso; terceiro, qual é o grau de profissionalismo do negócio dessa pessoa.
A hora que você vê o aplicativo Mário Cursos na loja da Apple e na loja do Google, já integrado com login social, que é o login na própria conta da Apple e na do Google, o usuário não precisa digitar nada.
Mesmo usando outra plataforma, nós vamos te dar um painelzinho que faz a gestão disso de forma separada, pelo aplicativo.
E justamente esse é o conceito do aplicativo: fornecer uma solução adicional à que você já tem, para você gerar mais valor ao seu assinante, ao usuário que pagou para fazer o curso ou consumir o seu conteúdo.
06:03 — Fidelização: o app é o ponto de contato com o aluno
E nada mais fideliza do que ter um aplicativo com a própria marca. Toda vez que ele abrir o celular, vai ver o aplicativo com a sua logo, a logo da sua instituição, e isso faz com que ele consuma cada vez mais o seu conteúdo, em vez de o conteúdo ficar ocioso e cair no esquecimento.
Ainda mais hoje no mercado, por exemplo, da internet, é um mercado muito volátil. Às vezes você tem um curso X e, amanhã, aparece um curso X+1.
Então, ou seja, acaba que se você não gera valor pro seu público final, acaba que ele vai trocar, por exemplo, ali o seu acesso que você fornece para ele para um concorrente.
E se esse concorrente fornecer o aplicativo, aí realmente acabou, porque aí acaba que a fidelização do concorrente vai ser mais fácil, porque pelo aplicativo ali é o meio de contato que você tem com o usuário, até mesmo para questões de notificações, ponto de contato, né?
[trecho omitido: comentário fora do tema]
Um professor meu me ensinou, lá atrás, o quão importantes são os pontos de contato com os clientes. Se você tem um aplicativo com a sua marca, tem a oportunidade de mandar um push notification;
de exibir um videozinho de anúncio antes de cada aula, com algum curso novo que ele tenha, um upgrade de outro curso, né, Mário? Os pontos de contato e as formas de comunicação são enormes. Você vai estar na palma da mão do aluno, do usuário, de quem está te pagando.
O lugar mais adequado, impossível, só se transferir para um óculos ou para um chipzinho; é melhor do que estar num browser, ou a pessoa ter que acessar só pelo computador.
07:46 — Pay-Per-View é assinatura: pagou, acessa tudo
Lembrando que esse aplicativo de que a gente está falando é Pay-Per-View. É tipo o Netflix mesmo. Pagou, entrou, usuário acessou, ele vai ter acesso a todo o conteúdo ali dentro. Não é um aplicativo do tipo "esse aluno comprou esse curso e tem acesso a esse curso".
Para isso é no NoChalks, é uma plataforma completa com aplicativo e tudo, mas não é o caso aqui. Aqui o Pay-Per-View ele é liberado, é o Netflix, é uma assinatura. Pagou a assinatura, tá ativo, ele vai ter acesso a todo o conteúdo que a pessoa subir ali, né, Mário?
É igual quando você tem a sua conta da Netflix: de vez em quando aparecem lançamentos, filmes novos, e você tem acesso da mesma forma. Por quê? Porque faz parte da sua assinatura. Então tudo que tiver dentro do aplicativo vai ser consumido pelo usuário final.
08:28 — Hospedagem de vídeo: pública ou privada
E a gente vai entrar num tópico agora interessante, que é como se fosse, vamos dizer assim, o coração desse episódio, que é justamente o conceito da hospedagem de vídeo para Pay-Per-View.
Pessoal pode falar: Josimar, já conheço serviço de hospedagem, hospedagem no YouTube, no Vimeo; porém é hospedagem pública. Nossa, esses dias eu pesquisei bastante sobre o termo "hospedagem de vídeo", para o marketing da empresa, o nosso posicionamento.
Aí tem gente no YouTube ensinando hospedagem de vídeo na base da gambiarra. Até hoje tem esses meninos irresponsáveis ensinando. Não, que ó, você vai montar um WordPress e, do WordPress, vai pegar o vídeo lá no YouTube, agora com segurança e tal, e hospedar o vídeo no YouTube.
Ah, é de graça. Sério mesmo? Você vai querer profissionalizar o seu negócio em cima de uma gambiarra dessa, Mário? Não dá, né?
09:15 — Redundância, disponibilidade e segurança
Existe um elo muito grande entre uma hospedagem pública e uma hospedagem privada.
E, na hora de escolher uma hospedagem privada, você tem que escolher uma que te dê sustentação, principalmente quanto à redundância, para que o vídeo fique hospedado em mais de um servidor, com disponibilidade em múltiplas qualidades, para o streaming adaptativo.
Quando você busca uma hospedagem privada, o primeiro passo é verificar se ela tem estrutura suficiente para disponibilizar o conteúdo, já pensando em alavancar o seu negócio. Porque se você contrata uma hospedagem meia boca, o seu projeto cresce e depois não há sustentação.
Isso vai gerar uma experiência ruim para o usuário final. Ou seja, para você poder começar no meio profissional, você precisa de algo profissional e uma hospedagem que te provê redundância, te provê disponibilidade e principalmente segurança.
Hoje, quando você vende um curso, ali tem o seu método único, o seu jeito de fazer acontecer, as suas peculiaridades. Se esse conteúdo vaza, facilmente outros vão poder fazer igual ou melhor. Então acaba que você perde receita com isso, com essa questão da pirataria.
Pensando nisso, a gente tem a possibilidade de prover uma hospedagem segura e já integrada com o aplicativo Pay-Per-View, que, como o Josimar bem elencou, dá acesso a todo o conteúdo que nele estiver habilitado.
10:46 — Escolher o que aparece no aplicativo
Aí você pode me falar o seguinte: "Ah, Mário, e se eu tiver, por exemplo, dois cursos? Um curso eu quero colocar no aplicativo, outro curso eu quero, por exemplo, colocar somente no meu site. Aí é questão de configuração. Você vai configurar o que vai ser disponível no aplicativo.
A partir do momento que você configura aquilo que é disponível, tudo que tiver ali vai ser acessado por meio do seu usuário. Você vai poder subir os vídeos e arrastar e soltar aqueles a que você quer que as pessoas tenham acesso no Pay-Per-View.
Isso se baseia na configuração que você fizer na gestão da sua galeria, a que você tem acesso no nosso painel.
11:21 — Hospedagem sem limite de tráfego
E um ponto legal disso tudo é que a nossa hospedagem ela não tem limitação de tráfego. Então, até mesmo esse ponto é um dos mais importantes pra sustentação do seu negócio.
Porque, a partir do momento em que você busca uma hospedagem de vídeo limitada por tráfego, você tem uma incerteza de quanto tempo aquele tráfego vai ficar disponível para você, porque isso depende do consumo do usuário.
É como se você pegasse o seu pacote de internet que você tem no seu dispositivo e começasse a assistir vídeos. A partir do momento que você está assistindo e está chegando no final do seu pacote, você vai receber uma mensagem falando que está próximo do seu limite contratado.
A partir do momento que você atingir, provavelmente você já não vai conseguir assistir mais. E se você conseguir, vai vir uma cobrança excedente daquele tráfego consumido. Então vamos imaginar que você tá começando agora. Você fez a projeção ali de investimento X pro negócio.
Aí o negócio, por exemplo, alavancou. Usuários ali começaram adquirir, começaram a consumir. No meio do mês, por exemplo, ou o seu serviço está suspenso por esse limite de tráfego excedido, ou, no final do mês, uma fatura que você pagava X vai ser 2X, 3X ou 4X.
Isso pode inviabilizar o seu negócio, porque você vai ter que aumentar a assinatura, fazer de outra forma para sustentar ou diminuir o lucro, né? Você quando vai fazer um modelo de negócio responsável, você coloca lá na ponta do lápis, né?
Quanto eu vou gastar, quanto eu pretendo, qual que é meu custo fixo e tal.
12:49 — Quando o plano limita o tráfego
Quando você contrata, gente, anota isso aí, qualquer plataforma de vídeo que eu conheço no mundo hoje, fora a JMV, você vai estar sujeito à cobrança de tráfego.
[trecho omitido: menção a concorrente]
Você compra um equipamento que custa R$ 10.000, grava em 4K, edita, renderiza em placa de vídeo, ilha de edição, para fazer um curso em 4K com uma qualidade maravilhosa, e na hora de rodar tem que tirar a qualidade para economizar a banda. É um absurdo um negócio desse, né, Mário?
É, com certeza: é limitar a melhor experiência do usuário final. E quando você limita a experiência do usuário final, possivelmente não vai ter sucesso com o seu negócio, porque, para ter sucesso, você precisa gerar valor.
A partir do momento que você não gera valor, se outro gerar você já ficou para trás.
14:09 — Qualidade de vídeo importa
[trecho omitido: comentário fora do tema]
Descobri recentemente um índice de ranqueamento no YouTube: a qualidade do vídeo em si. O YouTube avalia iluminação, se a imagem está pixelada ou não. O YouTube dá uns pontinhos de rank a mais nos vídeos e lives quando a qualidade é maior (afirmação do episódio, sem fonte conferida).
Ele favorece quem realmente tem qualidade. Então quer dizer que eu vou usar o YouTube? Não. No nosso caso, se você for usar um VSL, um vídeo público, o nosso vídeo é otimizado para SEO. Você tem as tags, você pode colocar para ele indexar.
Se você pesquisar no Google palavras-chave do nosso tema, vai ver vídeo da nossa plataforma indexado no resultado. Mas o que eu quero trazer com isso é a experiência do usuário.
O YouTube e o Google, que são muito preocupados com a experiência do usuário e são gratuitos, ranqueiam por nível de qualidade.
E você, que está contratando um serviço, oferecendo um serviço pago, vendendo um curso, um Pay-Per-View num aplicativo bacana, vai ficar colocando conteúdo sem qualidade de vídeo, economizando banda porque a plataforma que você tem cobra tráfego? Não dá, né, Mário? É, não dá.
Isso é pensar pequeno e não pensar em profissionalizar de fato o seu negócio.
15:53 — O modelo da JMV: acessos simultâneos e espaço em disco
Então fica essa dica da hospedagem: sempre procure uma hospedagem que não tenha limite de tráfego, porque é um limite totalmente obscuro. Principalmente no mercado de on demand, que não tem apelo simultâneo, mas tem apelo de consumo. O vídeo fica 24 horas por dia hospedado.
Ou seja, a mesma pessoa pode assistir ao vídeo mais de uma vez. Eu mesmo vejo as aulas em 2x; quando percebo que é um conteúdo diferente, volto com calma, pauso e vou anotando. E isso é importante.
Quando você for pesquisar hospedagem, não vai achar outra que não seja limitada por tráfego, diferente da JMV (afirmação do episódio). Nós somos um modelo único no mercado: não limitamos o tráfego, limitamos o acesso simultâneo e o espaço em disco, que é o armazenamento do seu conteúdo.
Além do valor que a gente gera pelo próprio serviço de hospedagem, que já conta com segurança e tudo mais, o que mais a gente oferece nesse pacote do Pay-Per-View? O aplicativo.
17:07 — O aplicativo e a hospedagem (condição de 2025)
[trecho omitido: condição comercial de 2025, superada]
Vamos te dar uma dashboard para você poder gerenciar de forma independente as pessoas que vão ter acesso ao seu Pay-Per-View.
18:14 — Integração com a plataforma que você já usa
Então, só trazendo como funciona isso. Vamos supor que você vende seu curso na Udemy. A Udemy tem um aplicativo nativo que oferece à pessoa. Vamos pegar qualquer outra plataforma, de concorrente nosso ou não: pouco importa, a gente não tem esse problema.
Ah, não quero usar o NoChalks, já tenho uma plataforma onde meus alunos estão, não quero migrar. Opção sua. Para esse caso, o que você faz? Aí a gente pode integrar via API, a criação dos alunos cá no Pay-Per-View dinamicamente.
Então a pessoa comprou, já cria o usuário para acessar o aplicativo ou você mesmo pode inserir manualmente também ali no Pay-Per-View o usuário. Você coloca o e-mail da pessoa, e o e-mail tem que ser igual ao da conta do Google ou da Apple.
19:02 — Segurança: o compartilhamento de login
E aí entra no título do nosso episódio hoje. Segurança para aplicativo Pay-Per-View.
O primeiro requisito de segurança, que gera prejuízo demais tanto para o pessoal de IPTV, de aplicativo e de Pay-Per-View de conteúdo quanto para o de curso, é o bendito compartilhamento de login, né, Mário? Quem nunca?
E o compartilhamento de login é o meio mais fácil de o pessoal ratear o acesso, de piratear, mesmo sem baixar o conteúdo, mas diminuindo a sua receita. Uma pessoa pode comprar e dividir aquele login com 10 pessoas, e assim por diante.
Isso é uma atitude com a qual você precisa se preocupar, porque pode gerar uma diminuição considerável de receita: em vez de vender para 10 pessoas, você vende só para uma, e 10 pessoas usufruem do seu conteúdo.
Essa questão da segurança, além de uma boa hospedagem de vídeo, exige que você fique sempre antenado. Porque, a partir do momento em que você deixa o seu conteúdo vulnerável, você perde receita, o seu negócio não cresce e você poderia estar lucrando mais.
20:11 — Bloqueio de download e de gravação de tela
Essas ferramentas de segurança que vão compor o aplicativo são o compartilhamento de login, o bloqueio de download e o bloqueio de gravação do conteúdo: aquele recurso em que você abaixa a telinha do celular, clica para gravar a tela e a tela fica toda escura.
Então, além desses recursos, você conta com um aplicativo de primeira para poder impactar o seu uso final e fidelizar o mesmo para que ele possa acessar o seu conteúdo com segurança.
20:39 — O caminho do aluno: app com a sua marca e login pela Apple ou Google
Voltando ao fluxo: uma dashboardzinha simplesinha. Você pode botar seu filho para administrar para você, se quiser. É uma interface muito simples de utilizar. No Pay-Per-View você cadastra o usuário ou integra via API, beleza?
Ele começa a ter acesso e baixa o aplicativo com o seu nome, a sua marca, na loja da Apple e na do Google. O exemplo hipotético que a gente deu aqui foi o Mário Cursos. Vai ter um aplicativo publicado com o nome Mário Cursos, tanto na Apple Store quanto na Play Store.
É o aplicativo da sua marca, não é a nossa marca, não está escondido; não é igual ao que a gente tinha, o cursos online que a gente fez há muito tempo, que era para todos. Aí a gente mudou o modelo de negócio para que cada plataforma tenha a sua identidade, o seu nome publicado.
Primeiro que isso já gera um valor absurdo. O aluno baixa o aplicativo na Apple Store, se for iPhone, ou na Play Store, se for Android. Na hora de fazer login, o login tem que estar vinculado à conta da Apple, se for iPhone, a conta do Google, se for Android.
Então, a pessoa clica, logou, acabou. Ela não tem que digitar senha, nada. Experiência fantástica para o aluno: já começa disparado em experiência. O mais rápido e o mais fácil, impossível, né, Josimar? A pessoa não precisa digitar, gente, pensa comigo: isso é maravilhoso.
É o ápice do design de UX, da usabilidade, da experiência do usuário. Ele vai navegar tranquilo e poder assistir às aulas dele, ou a qualquer conteúdo que você tenha colocado e administrado na plataforma.
22:26 — Print de tela e marca de identificação no vídeo
Depois disso, o aluno quer dar um print e compartilhar a aula com alguém. Opa, o que vai acontecer se a pessoa der um print na tela, Mário? A tela vai ficar toda escura. Já viu aquela foto de visualização única que você recebe no WhatsApp?
Ou até o extrato bancário: em alguns bancos, você tenta dar um print e fica tudo escuro. É justamente aquela tecnologia, embarcada no nosso aplicativo Pay-Per-View, para proteger o seu conteúdo até dessas gravações.
Nem um teaser do vídeo o pessoal vai conseguir gravar, a não ser que ponha outro celular na frente, um em cima do outro; aí não tem como impedir, mas tem como identificar a pessoa.
Se a pessoa pegar um telefone e gravar ou fotografar a tela de outro, tem aquela proteção de screencast que fica piscando na telinha. Não tem como impedir, mas tem como identificar a pessoa que por acaso gravou isso, né, Mário?
Quem usa a nossa plataforma EAD hoje já está ambientado com esse recurso, a máscara de proteção do screencast: você escolhe o documento, o e-mail ou algo de identificação única, e isso fica piscando aleatoriamente em locais diferentes do vídeo. Em locais diferentes, por quê?
Para dificultar a edição, porque ninguém vai querer baixar ou gravar um vídeo e depois ficar aplicando blur o tempo todo.
[trecho omitido: comentário fora do tema]
E é aquele negócio, né, Josimar: quem quer piratear de fato não quer complicação, quer algo fácil. A partir do momento em que vê essa proteção disponível, que pode comprometer o uso indevido, obviamente ele vai repensar. O cara que pratica pirataria profissional é um ladrão.
Ladrão é preguiçoso. Se ele gostasse de trabalho, ele estaria trabalhando. Começou a dificultar, ele já não quer. Ele quer coisa fácil, né?
24:30 — O que dá para monetizar
Aí o pessoal pergunta muito, aproveitando esse gancho, né? Trouxemos uma síntese de como funciona o aplicativo, com os recursos de segurança embarcados. O pessoal pergunta muito o que que eu posso monetizar.
Ou seja, quando se trata de um aplicativo Pay-Per-View, você tem várias possibilidades. A gente já elencou algumas aqui. Você pode monetizar por meio de venda de videoaulas, cursos em modo geral, eventos ao vivo.
Você pode, por exemplo, cobrir algum evento privado na sua cidade, trazer esse evento para dentro do app, vender o acesso, disponibilizar o acesso para que aquele evento online também se acessado por meio do aplicativo.
Tem a questão, por exemplo, de filmes e séries, que aí vai depender de autorização para você fazer transmissão. De repente, há algum conteúdo de domínio público que você pode disponibilizar; é o que a gente chama de parceria de cidade. Você pode ser o play da sua cidade.
É o play da sociedade: você cobre jogos escolares, jogos amadores, futebol de campo ou society, mentorias, campeonatos em geral, basquete, tênis, tudo que tem.
[trecho omitido: menção a cliente/terceiro]
Qualquer conteúdo sobre o qual você tenha o direito: se você não tem a plataforma e quer ter só o aplicativo, dá para fazer.
25:58 — Apple Pay e Google Pay: conversão
Aí vem a outra magia que a gente tem no sistema, que é o sistema de maior conversão possível, né, Mário, que é Apple Pay e Google Pay. É aquela famosa compra por dois toques no telefone.
Um toque para clicar no botão e o outro para confirmar que é você mesmo, geralmente por reconhecimento facial ou senha, conforme a configuração. É o meio de conversão mais rápido do mundo, porque está na palma da mão: a pessoa não precisa colocar dados de cartão nem digitar nada.
Você já comprou no iFood com Apple Pay ou Google Pay? Você só clica do lado e o reconhecimento facial confirma. É a mesma coisa. Integramos o nosso Pay-Per-View com Apple Pay e Google Pay. A pessoa vai poder pagar sem digitar nada.
Não tem como ter uma conversão maior no mundo do que isso (afirmação do episódio). Você pode vender a assinatura direto dentro do aplicativo. Muitas vezes, quando não converte, é porque tem aquele formulário extenso.
O comprador, muitas vezes, é preguiçoso do ponto de vista de ter que digitar, principalmente no celular. Se for um formulário muito extenso, obviamente que ele não vai querer preencher.
A partir do momento em que tem um botãozinho Apple Pay ou Google Pay, que é um sistema confiável, já utilizado dentro da LGPD, a conversão é maior. Ah, mas por que vocês não estão tratando nada?
Porque, para criar uma conta no Google ou na Apple, você já tem que ter um e-mail verificado e um cartão de crédito verificado, e já tem que ter autenticação de dois fatores.
Com essa segurança, a gente utiliza a que já está na palma da mão dos usuários e traz para o Pay-Per-View, facilitando para o usuário e mantendo tudo dentro da LGPD. Então, isso vai aumentar suas vendas, vai facilitar pro usuário final.
E obviamente você vai sair na frente ali com o seu aplicativo Pay-Per-View, seja para venda de evento, seja para venda de assinatura.
Então, ou seja, a possibilidade de você integrar uma das carteiras que mais converte no mundo, que é Apple Pay e Google Pay, pro seu negócio, está muito fácil.
28:02 — Contato e custo de um app sob medida
Para consultar essas condições, entre em contato com o nosso time de especialistas, disponível sete dias por semana, por chat, telefone, ticket e WhatsApp. O Guilherme vai deixar o QR code para você nos enviar o seu contato e esclarecer suas dúvidas sobre esse aplicativo Pay-Per-View.
[trecho omitido: condição comercial de 2025, superada]
Aproveite a oportunidade: qualquer desenvolvimento mobile hoje pode inviabilizar o seu projeto inicial, porque é um investimento que geralmente custa muito.
Aplicativos desse porte, com segurança embarcada e integração de pagamento, custam de 10 mil para cima, né, Josimar? (valor citado no episódio, a confirmar).
Você não precisa se preocupar em contratar um desenvolvedor, uma agência para fazer o aplicativo, outra para integrar o pagamento, outra para a plataforma de vídeo: um pega-pega danado.
Não, nós fazemos o negócio todo aqui, fica tudo certinho para você poder preocupar só em fazer seu conteúdo e vender seu produto.
29:11 — É preciso migrar a hospedagem?
É bom frisar, porque muitas vezes o pessoal pode falar: "Ah, mas eu vou ter que migrar minha plataforma?" Não, gente, a plataforma vocês não precisam migrar.
A hospedagem em si, sim, porque a gente não consegue garantir a disponibilidade, nem a segurança, de um conteúdo que não está hospedado conosco.
[trecho omitido: condição comercial de 2025, superada]
Se você quiser testar o serviço de hospedagem, conhecer como funciona, fique à vontade para contatar o nosso time de especialistas, que vai te direcionar para você ter essa oportunidade de migrar o seu conteúdo. Por exemplo: "Ah, Mário, eu tenho 5 tera, 10 tera."
A gente ajuda a migrar, não tem problema. Mesmo com instituição grande, com muitos teras de vídeo: se você tiver esses vídeos armazenados em MP4, como nós temos infraestrutura e CDN próprios, você pode despachar o HD para a gente.
[trecho omitido: menção a cliente/terceiro]
Se os vídeos estão em MP4, ou tudo num Google Drive, é tranquilo: você tem um link para migrar. E se você tem os arquivos na instituição, os backups, tudo salvo aí?
Você faz uma cópia desses HDs e despacha para o nosso data center; a gente faz a cópia de volta, o ingest, a conversão e depois devolve o seu HD. Onde você vai ver isso no mundo, Mário? Não tem. Por quê? Porque, além de tudo, nós temos a nossa infraestrutura.
[trecho omitido: menção a concorrente]
31:03 — Atendimento e suporte
Inclusive, hoje, por exemplo, quando você faz o contato inicial conosco, a gente faz a filtragem no seu negócio, a gente adapta a nossa solução pro seu projeto. Então, a gente tem um cuidado de entender o que que você precisa para poder prover para você a melhor solução.
Todo esse cuidado faz parte desde o nosso estágio inicial de conversas e, depois da contratação, a gente tem o maior suporte do país (afirmação do episódio). O time está disponível para te ajudar, te esclarecer, te ajudar a começar o seu projeto conosco ou dar continuidade.
O nosso objetivo é te prover a melhor solução, para que você fique satisfeito e, principalmente, com um custo menor, para que você lucre cada vez mais e cresça o seu negócio. Você falou uma coisa que me chamou atenção agora: o nosso concorrente.
Por mais que o usuário final possa olhar como concorrente, eu acredito fortemente que a gente vai conseguir o nosso objetivo, que é dominar o mundo. Dominar o mundo, para a gente, é explodir o nosso produto no mundo inteiro. Porque eu não vejo concorrente.
32:07 — Suporte e o custo de tráfego em nuvem
Vamos falar de suporte. Qual empresa oferece suporte ao usuário sete dias por semana? Suporte de verdade. Mandou e-mail, daqui a três horas responde; WhatsApp, telefone, todos os dias da semana.
[trecho omitido: menção a concorrente]
O segundo ponto, e mais importante, é a questão do tráfego. O tráfego é algo pesado. Nós somos mais baratos em tráfego do que a pessoa contratar cloud.
Se for contratar o Google Cloud, o Amazon S3, como faz a galera desenvolvedora, e tiver uso, é muito mais caro usar a cloud do que a nossa plataforma de vídeo (comparação do episódio, sem fonte conferida). É só fazer a conta. Entre aí, pegue a calculadora do Google Cloud e coloque lá: eu tenho 10 TB de vídeo e, sei lá, 100 TB de tráfego por mês.
Você vai ver o curso que é. É muito vantajoso contratar com a gente, porque eles cobram a banda: cada playzinho vai contabilizando na banda final. Então eu não vejo que a gente tenha concorrente.
Precisamos ampliar mais o marketing para mais gente conhecer a gente. Eu costumo brincar que é até difícil tarifar o nosso serviço, porque a gente não tem referência.
Os valores de referência são exorbitantes e, para quem entende minimamente o serviço contratado, já se vê que é desvantagem. A galera técnica, que entende, fecha na hora. O cara entra sábado, domingo, atende, fecha, compra e vai, porque não tem comparação.
33:49 — "Ilimitado" com letras miúdas e cobrança excedente
Mas então é tudo ilimitado o negócio de vocês? Não existe tudo ilimitado. Muitas vezes, quem se coloca como concorrente usa esse artifício para vender, para impressionar: coloca lá "ilimitado". Você acredita que seja ilimitado e, no final, tem as letrinhas miúdas.
Chegando na metade do uso, tem suspensão de serviço por consumo excedido ou por falta de disponibilidade, porque muitas vezes nem a estrutura existe para o que foi contratado.
E o pior são as cobranças excedentes: as maiores dores que eu ouvi até hoje, de pessoas que estão saindo de estruturas gringas para a nossa estrutura nacional, são justamente a cobrança e a falta de transparência na cobrança adicional, de um dia para a noite.
[trecho omitido: menção a concorrente]
Às vezes você está começando agora, fez uma projeção de investimento fixo mensal e, de repente, estoura esse orçamento numa primeira fatura excedente, o que pode prejudicar totalmente o restante do seu projeto.
35:31 — Promoção de tráfego e plano que corta o serviço
[trecho omitido: menção a concorrente]
Tem gente que entrou em contato com a gente dizendo: "Ah, mas me deram uma promoção de não cobrar tráfego durante um tempo." É porque você não está usando. Comece a usar. Porque, a partir do momento em que você usar, vai acontecer uma de duas coisas: ou te mandam uma fatura grande, ou cortam o seu serviço.
A gente tem outros serviços, de stream e de plataforma, como web TV, e sabe como funciona o painel terceirizado, o painel de revenda, o servidor de revenda; a gente já fez isso há muitos anos.
O pessoal vai porque o fulano cobra tantos reais por mês, é mais barato. Mas na hora de tirar o 10, como você fala, Mário, quando tiver um picozinho mais alto de transmissão, o que vai acontecer? Vai cair o serviço, vai travar, vai ficar caindo.
[trecho omitido: menção a cliente/terceiro]
37:20 — Acesso simultâneo x qualidade: como provisionamos
Pegando esse gancho da responsabilidade, quando você fala do ilimitado: nós temos o tráfego, ou banda, como o pessoal chama hoje, que na verdade é tráfego, de forma limitada. Por quê? Porque nós fazemos o provisionamento da estrutura para atender o limite que você contratou.
Por que o Josimar falou que o nosso não é tudo ilimitado? Porque a gente limita por outros fatores. Por exemplo, limitamos o acesso simultâneo e a qualidade de transmissão, que seria o bitrate.
Com esse cálculo de acesso simultâneo versus qualidade de transmissão, nós conseguimos provisionar a quantidade de link necessária para que você tenha o serviço contratado 100% disponível, mesmo que todos os acessos simultâneos contratados se conectem e assistam durante 24 horas por dia.
Porque a gente já fez o provisionamento da estrutura. Se bater aquele limite e eles ficarem 24 horas conectados, você não vai pagar nada a mais, porque já está dentro do limite.
[trecho omitido: menção a cliente/terceiro]
Se, na hora de tirar o 10, num lançamento digital, num jogo importante, num evento ou entrevista importante, você ultrapassar, nós não vamos derrubar: fica registrado na estatística e depois a gente combina um upgrade do seu plano, tranquilo, sem estresse.
É tudo questão de bom senso, porque a gente é empresa parceira: obviamente quer o seu sucesso, para um pedacinho dele ficar com a gente.
39:10 — Painel de estatísticas
A gente tem o IBOP do Streaming, um painel exclusivo nosso, o nosso Analytics. Nós o fizemos com tecnologia parecida com a do Google Analytics, baseada em Elasticsearch. É uma tecnologia que busca as estatísticas diretamente no nível do CDN.
Independente de estar no player ou no aplicativo, se tiver o nosso CDN vinculado, a gente consegue captar a sua audiência. Isso é fantástico porque, por esse painel, você acompanha em tempo real, ou de forma armazenada, as estatísticas do evento que você cobriu ontem, por região.
E, a partir disso, você verifica se atingiu ou não o limite contratado e, chegando o momento, faz o upgrade do plano, para ter o provisionamento sempre disponível.
40:01 — Picos de acesso no entretenimento
Importante o que o Mário trouxe: tem a ver com Pay-Per-View, mais para a área de entretenimento, que tem picos de acesso muito grandes. Quando é aula, são 1.000 pessoas, 2.000 alunos: isso pra gente é fichinha, tranquilo.
Estamos falando de picos de acesso de dezenas ou centenas de milhares de pessoas simultâneas, em jogos de futebol, por exemplo. É outro ramo do entretenimento que também tem Pay-Per-View.
[trecho omitido: projeto futuro citado no episódio, não confirmado]
40:53 — Acesso simultâneo no sob demanda
Um ponto importante disso que você falou, Josimar, do acesso simultâneo: o apelo simultâneo de um evento ao vivo é diferente, porque o evento acontece naquele momento e, quando encerra, acabou. É como um evento de futebol: daquele horário até tal horário.
Depois disso, encerrou o apelo simultâneo, já cai. Para quem tem on demand, é ainda mais vantajoso usar uma hospedagem num modelo de negócio como o nosso, que limita o simultâneo.
Porque o apelo simultâneo do on demand é diferente do ao vivo: o vídeo fica lá 24 horas por dia e nem todo mundo tem a mesma disponibilidade para ver a aula ao mesmo tempo. Por isso que a aula é gravada e fica disponível lá.
Então um pode acessar de manhã, outro de tarde, outro à noite, outro pela madrugada. Então o apelo simultâneo do seu on demand vai ser sempre menor. Porque o vídeo fica lá 24x7. Com isso, não há necessidade de você contratar um plano on demand para milhares de acessos.
Como o plano é tarifado pelo acesso simultâneo, pela qualidade e pelo espaço em disco, a gente consegue ótimos valores justamente por conta desse modelo de negócio.
42:03 — Dispositivos simultâneos
Vou mudar o nosso jeito de falar: de usuários simultâneos para dispositivos simultâneos.
[trecho omitido: menção a cliente/terceiro]
Vai mudar o nosso termo, até no suporte, porque a gente não sabe quantas pessoas estão assistindo, e sim quantos dispositivos.
[trecho omitido: comentário fora do tema]
São dispositivos simultâneos. Eu estou acompanhando a nossa transmissão agora com o iPhone e com o notebook; são dois dispositivos assistindo ao mesmo tempo.
Quando você contrata os planos com a gente, a gente limita a quantidade de dispositivos simultâneos que vão utilizar o seu plano, seja ele de áudio, de vídeo ou dentro do aplicativo Pay-Per-View, que é o que a gente está trazendo nesse podcast.
43:00 — 100 acessos simultâneos é bastante
O pessoal tem dúvida também, Josimar: se eu contratar um aplicativo Pay-Per-View com limite de 100 usuários, os 100 contratados podem acessar simultaneamente? Gente, são 100 usuários simultâneos. Ah, mas é pouco. Cem usuários simultâneos, gente, é mais do que dá conta.
O nosso podcast tem quase dois anos e a audiência simultânea é pequena.
[trecho omitido: comentário fora do tema]
Mas 100 ou 200 dispositivos simultâneos é mais do que dá conta, acredite. Web TV: a gente tem cliente, e a esmagadora maioria, a não ser em picos de evento específico, não tem 200 pessoas simultâneas de forma ininterrupta. É muito difícil bater.
É um modelo de negócio diferente e altamente vantajoso para todo mundo: para mim, para o Mário, para o suporte, para a empresa que provisiona link. Com 200 simultâneos, o cara transmite a 2 Mbps: são 400 Mbps. Estão provisionados os 400 Mbps.
A transmissão dele não tem perigo de gargalo, não tem perigo de pixelizar.
[trecho omitido: menção a cliente/terceiro]
Resumindo: o simultâneo é muita gente. Cem, 200 pessoas conectadas simultaneamente é mais do que se imagina.
É um modelo de serviço que dificilmente você vai encontrar igual no mercado, porque é muito específico e a gente faz para gerar mais valor para você: uma hospedagem de baixo custo que te atende 100% daquilo que você contratou, sem letrinhas miúdas, sem pegadinhas.
Se você contratou 100 usuários simultâneos, 4 Mbps de qualidade e 100 GB de armazenamento, é aquilo que você tem, pelo tempo em que for assinante.
45:22 — Comece pelo plano mínimo
[trecho omitido: condição comercial de 2025, superada]
O pessoal também pergunta muito: "Ah, mas eu preciso assinar já um plano full? Eu preciso já assinar um plano X, com limite de acesso Y?"
Você vai assinar um plano? A gente sempre recomenda o plano mínimo, o mínimo que atenda a sua necessidade. Por quê? Porque a gente é flexível. A gente quer que você pague pelo que está usando.
A partir do momento em que você fecha um plano cheio e não tem demanda para usá-lo, vai chegar um dado momento em que você vai ver a gente como um custo e vai cortar custo, e a gente não quer ser cortado. Então a gente tem até mesmo esse cuidado na hora de te indicar a solução.
A gente faz um filtro da quantidade de recurso de que você precisa e oferece o mínimo que te atenda, para você pagar por aquilo que vai te atender e, quando necessário, fazer o upgrade, seja do acesso simultâneo, da qualidade ou do armazenamento.
Se eu começar com 100 GB e amanhã mudar para 1 TB, o que acontece? Vai mudar o meu plano? Vai criar um novo? É tudo transparente: a gente faz tudo no mesmo plano, sem aquele estresse de ter que subir o vídeo novamente. É tudo através do mesmo serviço.
47:04 — Upgrade sem refazer nada
Por isso a gente fala que tem um mercado mais flexível de upgrade: é tudo muito fácil. Você entra em contato com o nosso time de soluções, solicita o upgrade e, no mesmo dia, já é feito; a gente faz pro rata e cobra no início da fatura, se for o caso.
Seja tudo de forma transparente e negociável, porque aqui tem pessoas do outro lado para te atender e entender o seu negócio. A gente tem a questão do bom senso, diferente de robôs, que não querem nem saber se você está com dinheiro agora, se pode fazer o upgrade agora ou não.
47:33 — Plano amarrado e empresa que quebra
Mário, eu vou te falar além: não é nem robô. Vou contar uma história rápida antes da gente encerrar. A gente não tem a ideia de amarrar o cara num contrato, num plano mais alto, para ganhar o dinheiro, e depois o cara ver que não usa e que para ele seria muito melhor outro plano.
[trecho omitido: menção a concorrente]
Quando a gente entende tecnicamente o que está falando, tem muita segurança para vir aqui e dizer: "Eu sei o que a gente está vendendo, e o nosso negócio é sustentável para a gente e para o cliente."
[trecho omitido: menção a concorrente]
O nosso objetivo não é esse. O nosso CNPJ é de 2003; na data do episódio, faz 22 anos.
[trecho omitido: menção a concorrente]
50:03 — Customização: o exercício de enviar vídeo
[trecho omitido: menção a cliente/terceiro]
Esse parceiro precisava de uma plataforma EAD com um nível de personalização: um exercício para subir um arquivo de vídeo. Era um curso em que a avaliação do aluno era a apresentação dele em vídeo. Então a atividade de exercício era uma avaliação, e a avaliação era o upload de um vídeo.
Conhece alguma plataforma que tem? Eu não conheço. A gente levou para o time de engenharia, que desenvolveu e customizou, e hoje é um recurso novo na plataforma para quem quiser usar.
Era uma personalização mínima que fazia muita diferença no negócio, porque a avaliação era por meio da apresentação do aluno. O aluno está no EAD, gente. Ele precisa enviar o vídeo da apresentação dele para o curso, e a aprovação do aluno depende do envio desse material.
A gente fez a personalização e está com esse parceiro até hoje.
51:10 — Escolha uma empresa que entenda o seu projeto
Sempre procure uma empresa que entenda o seu projeto e queira viver o seu projeto; senão você vai encontrar uma que, numa customização de que precisar, já vai ter o impeditivo, e você não vai conseguir crescer o seu negócio por ser uma empresa engessada em volta do seu projeto.
Essa questão de engessado, Mário, tem muito a ver com o modelo de negócio. Muita startup que surge do dia para a noite contrata uma empresa que tem desenvolvedores, que desenvolve aquele projeto naquela prateleira, com aquela estrutura; contrata um cara para o monitoramento e acabou.
Se precisar desenvolver alguma coisa, vai ter que contratar a empresa de novo. Isso acontece demais.
[trecho omitido: menção a concorrente]
No nosso caso, por que a gente consegue customizar? Porque temos um time de desenvolvimento dentro da empresa: programadores e engenheiros dentro do nosso negócio.
52:03 — Time de desenvolvimento próprio
Aí a gente consegue fazer o que quiser para gerar valor e ser empresa parceira dos nossos clientes. E o principal é ter envolvidas no seu projeto pessoas que sabem onde estão mexendo, que conhecem a solução e dominam o processo de ponta a ponta.
[trecho omitido: menção a cliente/terceiro]
52:55 — Encerramento
Vamos aos recadinhos finais, Josimar.
[trecho omitido: chamadas para outros canais e promoções]
Agradeço a presença de vocês hoje. Aguardamos vocês na próxima semana, com um novo episódio dessa temporada do Pay-Per-View, que vai agregar bastante também. É isso aí, Mário. Obrigado mais uma vez. Obrigado, Guilherme. Obrigado a você que nos acompanhou.
[trecho omitido: comentário fora do tema]
Muito obrigado, gente. Um grande abraço, uma ótima semana para todos. Boa semana.
Perguntas frequentes
App próprio para curso online vale a pena para quem fatura pouco?
Em geral, não. Com curso de R$ 297, o empate do Start fica perto de R$ 13 mil por mês, a preço de tabela.
Abaixo disso, a mensalidade pesa mais que a taxa do marketplace. Invista antes em vendas e tráfego.
Preciso sair da Hotmart para ter um app próprio?
Não necessariamente.
O app pode ser uma camada de relacionamento para os alunos que compraram na Hotmart. A ligação entre os dois é feita por API REST e webhooks, sob medida: fale conosco e a gente integra.
A economia de taxa só aparece se você passar a vender fora do marketplace.
Quanto custa um app próprio para curso online?
Preço de tabela em 17/10/2026: Start com setup de R$ 9.900 e R$ 999 por mês; Pro com R$ 19.900 e R$ 1.999.
O setup é definido no briefing, pode variar conforme o projeto e pode ter desconto. Peça a proposta antes de decidir.
Sob medida, o episódio estimou 10 mil ou mais (dado do podcast, a confirmar).
Posso vender dentro do app sem pagar a Apple e o Google?
Pelas regras de 2026 conferidas no nosso artigo sobre o tema, o caminho sem comissão de loja é vender no seu site.
O app serve só para o aluno entrar e assistir, sem botão nem link de compra.
O app sai com a minha marca nas lojas?
É um app com a sua marca.
O nível de personalização varia por plano: a página lista white-label parcial no Pro e total no Premium.
Confirme o que o Start entrega para o seu caso.
Em quanto tempo o app fica pronto?
A página informa até 60 dias, incluindo a submissão à App Store e ao Google Play.
A aprovação das lojas depende delas.
Os vídeos do curso precisam estar hospedados com vocês?
No Start e nos demais planos listados, a hospedagem com banda ilimitada está incluída.
Veja a hospedagem de vídeos da JMV Stream.
Atualizado em 28 de outubro de 2026.


