AV1 vs H.264: até 50% menos tráfego

Resposta rápida: o AV1 é um codec aberto e livre de royalties da Alliance for Open Media que comprime até 50% melhor que o H.264/AVC — e melhor que VP9 e H.265/HEVC, segundo a documentação de referência da MDN. Na prática: a mesma aula entregue com quase metade do tráfego, ocupando menos disco.
O problema não é o codec — é o parque de dispositivos. AV1 toca em Chrome 70+, Firefox 67+, Edge 121+, Opera 57+ e Safari 17+, mas no ecossistema Apple o suporte depende de hardware: MacBooks M3 ou mais novos, iPhone 15 Pro e iPhone 16 em diante. Quem não tem decodificador não vê o vídeo — ele simplesmente não abre.
Por isso a entrega profissional hoje é dupla: H.264 para todo mundo e AV1 para quem consegue decodificar. E os 50% são um teto, não uma média — em videoaula de tela e locutor, os dois codecs chegam mais perto do que a manchete sugere.
“É possível reduzir o consumo de banda sem perder qualidade?” A pergunta é de um ouvinte do Ep. 1 do podcast Café & Tech, publicado em 18 de setembro de 2024, com Mário Sérgio, consultor de soluções da JMV Technology, e Josimar Machado, CEO. É a melhor pergunta que existe para quem hospeda videoaula, e a resposta do episódio é a certa: AV1.
Só que a resposta certa vem com dois números que a apuração não sustenta — e a diferença entre o que se fala sobre AV1 e o que a documentação oficial diz é justamente o que decide se você liga o codec hoje ou daqui a dois anos. Este artigo publica a versão conferida, com MDN e NVIDIA consultadas em 9 de setembro de 2026, e marca explicitamente o que não foi possível confirmar.
O que o AV1 é (e por que ele existe)
AV1 é o codec da Alliance for Open Media, um consórcio que reúne as maiores empresas de vídeo da web. Ele foi desenhado com um objetivo específico: vídeo na internet. Não é um codec de radiodifusão adaptado, nem um formato de câmera.
Duas características o definem. A primeira é técnica: nas palavras da MDN, ele “atinge taxas de compressão maiores que VP9 e H.265/HEVC, e até 50% maiores que o AVC” — AVC é o nome formal do H.264. A segunda é jurídica e costuma decidir mais projetos que a primeira: o AV1 é royalty-free, e a MDN é explícita ao dizer que ele foi feito para uso tanto no elemento <video> quanto em WebRTC. Os contêineres suportados são ISOBMFF, MPEG-TS, MP4 e WebM.
Esse é o contraste com o H.265/HEVC, que comprime bem mas carrega licenciamento — e cujo pagamento se espalha por múltiplos pólis de patentes. O AV1 nasceu, em boa medida, para resolver esse impasse. É por isso que ele avança na web enquanto o HEVC ficou forte principalmente dentro do ecossistema Apple.
Quanto ele economiza de verdade (o número certo, contra o codec certo)
Aqui mora o erro mais comum, e ele inverte a conta de quem está orçando. O número de referência é este:
- Contra H.264/AVC: até 50% de compressão a mais. É o único percentual que a documentação publica.
- Contra HEVC e VP9: melhor, sem percentual documentado. A MDN diz “maiores que” e para por aí. Quem afirma “metade do HEVC” está transportando o número do H.264 para outro codec — e a economia real contra HEVC é bem menor que metade.
A distinção importa porque o ponto de partida muda o resultado. Se a sua entrega hoje é H.264 — e ela quase certamente é, porque H.264 é o padrão de fato de qualquer plataforma de vídeo — então o teto de economia por assistida é de até 50%. Se o seu material já sai da câmera em HEVC, como acontece no iPhone, o ganho existe, mas é outro número, e ele não está publicado em lugar nenhum que possa ser citado.
Vale a mesma disciplina com a palavra “até”. Cinquenta por cento é o teto, não a média: o resultado real depende do perfil de codificação, do bitrate alvo, do número de quadros por segundo e, sobretudo, do tipo de imagem.
Com essa ressalva feita, a conta de plataforma é direta:
- Uma aula de 1 GB assistida 1.000 vezes = 1 TB de tráfego entregue.
- A mesma aula reentregue em AV1, no teto de 50%, = 0,5 TB.
É aritmética ilustrativa, não medição: serve para mostrar a ordem de grandeza do que está em jogo quando o catálogo é grande e assistido. Se você quiser fazer essa conta com os números do seu acervo, ela está desenvolvida em quanto de tráfego consome um vídeo 4K. E se a dúvida é qual bitrate usar antes mesmo de escolher codec, o assunto é outro e está em bitrate ideal: gravação x entrega — bitrate e codec são duas alavancas diferentes, e misturá-las é o caminho mais curto para uma decisão errada.
Passo zero, antes de qualquer decisão: descobrir em que codec o seu material está hoje. Dá para ler isso no seu próprio computador, sem ferramenta paga — o passo a passo está em como verificar o bitrate e o codec com o VLC Media Player. Sem esse dado, você não sabe se está comparando com H.264 ou com HEVC — ou seja, não sabe qual dos dois parágrafos acima se aplica a você.
Onde o AV1 toca (a tabela que decide o projeto)
Dados da tabela de compatibilidade da MDN, consultada em 09/09/2026:
| Navegador / plataforma | Suporte a AV1 |
|---|---|
| Chrome | 70+ |
| Edge | 121+ |
| Firefox | 67+ — no Android, 113+ |
| Opera | 57+ |
| Safari | 17+ — e só com hardware compatível |
A linha do Safari é a que muda o projeto, e ela precisa ser lida inteira. A nota da MDN é literal: “Safari suporta AV1 em MacBooks M3 e posteriores, iPhone 15 Pro, e iPhone 16 e posteriores”.
Ou seja: no ecossistema Apple, atualizar o sistema não resolve. Quem tem um iPhone 14 com a versão mais recente do iOS instalada continua sem decodificar AV1, porque falta o decodificador no hardware. Não é uma questão de tempo de atualização de software: é uma questão de troca de aparelho.
Essa é exatamente a diferença entre “já dá para usar” e “ainda não dá para usar sozinho”. Por isso é impreciso dizer que a Apple “liberou o AV1” em uma versão de iOS — a fronteira é o modelo do aparelho, não a data da atualização.
Do lado de quem produz: qual GPU codifica AV1
Se você vai gerar arquivos AV1 — exportando da sua estúdio de edição ou rodando o seu próprio encoder —, a pergunta muda de lugar: não é mais quem assiste, é quem codifica.
E aqui existe uma armadilha que se repete: decodificar AV1 e codificar AV1 são capacidades diferentes, listadas em tabelas diferentes da NVIDIA. Placas que tocam AV1 sem problema podem não gerar AV1 nenhum. A linha de corte é a arquitetura, e ela é a geração do NVENC, o encoder de vídeo embutido na placa:
| Arquitetura (geração NVENC) | Exemplos | Codifica AV1? |
|---|---|---|
| Blackwell (9ª) | GeForce RTX 50 | Sim |
| Ada Lovelace (8ª) | GeForce RTX 40, L4, L40S | Sim — a primeira geração com encode AV1 |
| Ampere (7ª) | GeForce RTX 30 | Não — só decodifica AV1 |
| Turing | GeForce RTX 20, Tesla T4 | Não |
| Hopper | H100 | Não codifica vídeo nenhum — o campo Total # of NVENC é 0 |
Fontes: matriz oficial de encode/decode da NVIDIA e o material da própria NVIDIA sobre a arquitetura Ada Lovelace, ambos consultados em 09/09/2026, onde está escrito que a Ampere introduziu a decodificação AV1 por hardware e a Ada acrescentou codificação e decodificação.
Duas leituras erradas que essa tabela desfaz:
- “Só da 4090 para cima.” Não é a posição na linha, é a arquitetura: uma RTX 4060 codifica AV1 e uma RTX 3090 Ti, muito mais cara e mais potente, não codifica.
- “A GPU mais forte deve dar conta.” A H100 é a mais cara da linha e tem zero encoders de vídeo. Capacidade para IA e capacidade de encode são especificações separadas, em colunas separadas.
Esse mesmo teto de hardware aparece do outro lado da operação — só que ali a conta é por canal ao vivo, 24 horas por dia, e não por hora de aula processada uma vez. É o assunto do artigo irmão sobre middleware de IPTV e transcodificação em tempo real.
Por que não dá para entregar só AV1 (e como fica a entrega dupla)
A consequência de tudo acima é simples e dura: quem não tem o decodificador não assiste. Não cai a qualidade, não trava, não fica lento — o vídeo não abre. Para um catálogo de curso, isso é um chamado de suporte por aluno afetado.
A configuração correta hoje, portanto, é manter os dois: H.264 e AV1 no mesmo manifesto, deixando o player escolher o que o dispositivo consegue tocar. O aluno com celular novo recebe AV1 e gasta menos do pacote de dados dele; o aluno com aparelho antigo recebe H.264 e nem percebe que existiu uma escolha.
É a mesma mecânica de múltiplas versões que já existe no streaming adaptativo — explicada em detalhe em streaming adaptativo (ABR): por que um vídeo vira várias versões —, só que a variação aqui não é de resolução, é de codec.
O custo dessa escolha é honesto e precisa entrar na planilha: armazenamento adicional, porque você guarda o mesmo catálogo em duas famílias de codec. O ganho é tráfego entregue e experiência em rede móvel. Qual dos dois pesa mais depende de como você é cobrado — e essa é a próxima seção.
Quando faz sentido ligar o AV1 hoje (e quando não faz)
Critérios objetivos, sem torcida para nenhum lado.
Faz sentido quando:
- o seu público está majoritariamente em Chrome ou Android recente — ou seja, o parque já decodifica;
- o catálogo é grande e assistido: economia percentual só vira dinheiro quando existe volume embaixo dela;
- as aulas são longas, onde a diferença por assistida se acumula;
- boa parte da audiência assiste por plano de dados, e o pacote dela é um custo real — ainda que não seja o seu.
Não faz sentido quando: o catálogo é pequeno, o público é corporativo com parque de máquinas antigo, ou a operação não tem folga para dobrar o armazenamento.
O contra-argumento, respondido
Existem três objeções sérias à pressão para migrar já, e ignorá-las seria vender codec em vez de informar. Elas merecem resposta direta — e, onde não há número apurado, este artigo não inventa um.
- Escala. Abaixo de um certo volume, o custo de produzir a versão AV1 pode comer a economia de entrega. Codificar AV1 é mais caro computacionalmente que codificar H.264, e essa conta roda uma vez por arquivo enquanto a economia só se realiza a cada assistida. Catálogo pouco assistido não amortiza. Onde está o limiar depende da sua operação, e não há número público confiável para publicá-lo aqui.
- Tipo de conteúdo — e essa é a mais forte contra nós. Videoaula costuma ser locutor falando e captura de tela: pouca mudança entre quadros. É justamente o cenário em que o H.264 já comprime muito bem com bitrate baixo — ou seja, é no nosso tipo de conteúdo que o teto de 50% tende a não se realizar. Quem tem catálogo de screencast deve esperar um ganho mais modesto que a manchete.
- “HEVC antes de AV1”, porque o parque instalado decodificaria H.265 por hardware há mais tempo. O argumento tem pé, e a resposta não é técnica: é o licenciamento. O HEVC cobra; o AV1, não. Para quem distribui na web aberta, essa diferença tende a decidir mais que alguns pontos percentuais de compressão.
Uma nota de método, porque ela é parte da resposta: essas três objeções foram levantadas por um assistente de IA durante a apuração deste artigo, sem citar uma única fonte. Os argumentos são legítimos e estão respondidos acima; os números que vieram junto — limiares de visualizações por mês, faixas de kbps, listas de chips — não foram publicados aqui, porque não têm fonte. Um número desses só entra em uma página nossa como teste de encoding documentado, com material e parâmetros descritos.
A pergunta que nenhuma IA responde por você
“Quanto isso muda a minha fatura?” Depende de como você é cobrado, e é aqui que a conta vira de lado. Se o seu plano tarifa tráfego, metade do tráfego é metade de um item da fatura — e a economia é imediata e visível. Se o seu plano não tarifa tráfego, como na infraestrutura da JMV Stream, a migração para AV1 não reduz fatura nenhuma: o ganho é de armazenamento — você hospeda mais horas no mesmo espaço contratado — e de experiência para quem assiste pelo celular.
Prometer redução de conta para quem já não paga por tráfego seria vender o benefício errado. O lado da cobrança está destrinchado em hospedar videoaula 4K sem estourar o tráfego.
Perguntas frequentes
Qual é melhor, AV1 ou H264?
Depende de quem assiste — e é por isso que se entregam os dois. Em compressão, o AV1 ganha: até 50% melhor que o H.264, segundo a MDN. Em alcance, o H.264 ganha de longe: ele toca em praticamente tudo que existe, incluindo aparelhos de anos atrás. Entregar só AV1 hoje significa deixar parte da audiência sem conseguir abrir o vídeo; entregar só H.264 significa gastar mais tráfego do que o necessário com quem já poderia receber menos.
Qual codec é melhor para vídeo, H.264 ou HEVC?
Para entrega na web, H.264 — pela compatibilidade universal. O HEVC (H.265) comprime melhor que o H.264, mas tem licenciamento e suporte irregular fora do ecossistema Apple, o que o torna problemático como formato único de distribuição aberta. É exatamente esse impasse — comprimir melhor sem pagar royalties — que o AV1 tenta resolver, e por isso ele existe.
Qual a diferença entre AV1 e HEVC?
São duas: licença e parque. O AV1 é royalty-free e, segundo a MDN, comprime melhor que o HEVC — sem percentual documentado para essa comparação específica (o número de 50% é contra H.264, não contra HEVC). O HEVC tem licenciamento, mas conta com um parque instalado maior, sobretudo em aparelhos Apple mais antigos, que gravam nesse formato nativamente.
O H264 é o mesmo que MP4?
Não, e essa confusão é diária. H.264 é o codec: a maneira como o vídeo é comprimido. MP4 é o contêiner: o arquivo que embrulha vídeo, áudio e legenda num pacote só. São camadas diferentes, e por isso o mesmo arquivo .mp4 pode carregar H.264, HEVC ou AV1 — a MDN lista MP4 e WebM entre os contêineres do AV1. Na prática: saber que um arquivo é “MP4” não diz nada sobre em que codec ele está, e é por isso que a verificação no player é o passo zero de qualquer migração.
Ver também
- Middleware de IPTV e transcodificação em tempo real — a mesma tabela de GPU, só que o custo lá é por canal ao vivo 24×7; aqui, por hora de aula codificada.
- Streaming adaptativo (ABR) — por que um vídeo vira várias versões.
- Quanto de tráfego consome um vídeo 4K — a conta por assistida, com os números do seu acervo.
- Bitrate ideal: gravação x entrega — a outra alavanca, que não se confunde com codec.
- Hospedar videoaula 4K sem estourar o tráfego — o lado da cobrança.
- Verificar o bitrate e o codec com o VLC — como descobrir em que codec o seu vídeo está.
O episódio completo
Este artigo foi escrito a partir do Ep. 1 do podcast Café & Tech — “300 GB de banda ou um café: o que acaba mais rápido?” —, publicado em 18 de setembro de 2024, com 1h05min de duração. O trecho sobre AV1 começa aos 50min16s.
As referências de mercado do episódio estão ancoradas em setembro de 2024. Os dados técnicos deste artigo, não: MDN e NVIDIA foram consultadas em 09/09/2026, e onde a apuração divergiu da fala, prevaleceu a documentação — está assinalado no texto.
Assista ao episódio completo do Café & Tech no YouTube →
Abrir o trecho sobre AV1 (Café & Tech, Ep. 1, 18/09/2024 — a partir de 50:16)
Transcrição gerada por legenda automática: o conteúdo é integral no trecho, a pontuação é aproximada e termos técnicos aparecem grafados de forma incorreta — “a V1”, “a ver um” e “Av” são “AV1”; “h25” e “h204” são “H.265” e “H.264”. As citações usadas no artigo foram conferidas contra este texto. Dois números ditos aqui não foram confirmados na apuração de 09/09/2026 e por isso não são afirmados no artigo: o consumo de “cerca de 3 GB por minuto” para gravação 4K no iPhone (não foi localizada página oficial da Apple com esse valor) e a ideia de que o AV1 corta “praticamente metade” em relação ao HEVC — a documentação só sustenta até 50% contra H.264.
tem uma pergunta interessantíssima aqui é possível reduzir o consumo de banda sem perder a qualidade cara pergunta sensacional essa av1 codec que é o novo codec de vídeo que foi abraçado pela Apple o ano passado no último lançamento do iOS vai demorar alguns anos ser adotado pelo mercado nós já temos então você que quer utilizar o codec av1 nas suas transmissões de vod entra em contato aqui que a gente personaliza o seu plano o que que ganha praticamente metade da banda quando você utiliza o codec av1 Ao contrário de você ter um vídeo de 1 GB né um minuto de vídeo no iPhone na média qualidade é 3 GB usando o h25 que ele utiliza nativo o hevc é muito técnico PR entender o CeC do iPhone esse 3 GB armas enamento de armazenamento armazenamento só espaço em disco isso então ele gasta um vídeo de 1 minuto com uma gravação em 4K no iPhone usando hevc que é o codec dele gasta mais ou menos 3 GB de
espaço em disco esses 3 GB se alguém assiste do outro lado foi embora 3 GB 10 pessoas 30 GB e assim por diante Beleza quando a gente eh quando você envia o vídeo pra nossa plataforma e para todas as plataformas Hoje ele é codificado em h264 que é padrão da indústria audiovisual codificado em h264 o vídeo codec de vídeo e ac o codec de áudio padrão independente dos bitrate igual você viu ali no YouTube que a gente colocou h264 e ac legal ele já dá uma baixadinha ele dá vai aumentar um pouco o espaço em disco lógico gente eu tô sendo aqui muito por cima envolve um monte de filtro envolve quantos frames por segundo envolve bitrate eu tô falando aqui gente só para entender se eu for entrar eu já sou meio técnico Se eu entrar técnico demais o negócio não vai dar certo então só bem superficial tá então me perdoe as pessoas que estão assistindo que são muito técnicas mas eu não vou entrar nisso aqui
então superficialmente falando se você tem um vídeo de h evc h né que é o h25 aí usando o av1 esse mesmo vídeo de 3 GB vai cair o espaço ocupado dele para mais ou menos 1 GB5 o que implica no consumo de banda Marto sim ou seja é 100 é 100% de eficiência a mais você ganha de duas frentes né J você ganha na economia do armazenamento e e também na economia do consumo de dados do seu usuário final aí você pode falar ah mas o plano de vocês não consome dados é ilimitado sim mas e se ele tiver acessando pelo dados do celular dele é aí já é o experiência final do usuário pra gente não faz diferença mas o espaço em disco eu tenho certeza que faz diferença para ele né então assim você conseguir hospedar o dobro dos vídeos pelo mesmo espaço em disco contratado com a gente quem que oferece a ver um hoje no mercado Mário só a gente e ainda de quebra fornecer um conteúdo mais leve pro seu usuário final
caso ele for acessar por algum pacote de dados hoje existem o 5g com pacotes muitos até além né é o meu o meu gost de faler o meu pacote dados vivo família aqui são 310 GB é mais do que o plan ursim Pois é entendeu não faz menor sentido isso então acaba que você vai favorecer também esse público final que foi acessar pelo dispositivo móvel e agora a pergunta que não quer calar se o av1 é um codec melhor mais compactado eu vou gastar menos banda menos passa em disco pela mesma qualidade Por que cargas d' água qu ninguém tá usando ele ainda tá tudo esperando a Apple a Apple já foi ela aprovou mê o ano passado o problema sabe o que que é os dispositivos em si não não tem os codex nativos Então você vai pegar browser só browser Chrome versão X para cima tem uma v1 só Safari versão X para cima at v1 ao longo dos próximos anos migração do pessoal haverá uma migração em massa porque porque hoje tem
que ter dois então lá no nosso controle de resolução se você ativar o plano de A1 com a gente vai aparecer lá para você você quer h264 e a V1 ou só h264 você não pode ter só a V1 A não ser que você queira exibir só nos dispositivos compatíveis com a V1 aí se a pessoa abre em outro dispositivo não exibe o vídeo porque não tem aquele codec nativo mas ao longo dos próximos 5 anos haverá um movimento extremamente forte de toda a indústria audiovisual migrando pro Av e você quiser sair na frente do seu concorrente não quiser ter dor de cabeça você pode ver aí no seu prems já tem disponível av1 para você comparar exporta um vídeo no seu Premiere h24 e exporta um vídeo no seu Premiere av1 o av1 não é compatível com todas as gpus tem esse problema aí então a pessoa que for exportar no Premiere dela um vídeo e quiser escolher a V1 lá não tem é só GPU nova só essa GPU nova da 4090 para cima para você
ter ideia que tem tem esse codec av1 para ser utilizado então ou seja vai demorar uns anos para que as pessoas consigam utilizar ele agora se você não tem o av1 aí tem o h264 h265 que tem todo Premiere todo o aplicativo capcut que você exportar vídeo quiser usufruir do av1 a nossa infraestrutura própria tem a possibilidade de você ativar o av1 E aí você vai ver o que que é eficiência só que nós só vamos entregar o av1 para os dispositivos compatíveis com a av1 né então tem que manter os dois por enquanto no futuro quando todos os dispositivos já estiverem compatíveis com a V1 Aí sim a gente P passa a faca Tramontina no h204 exatamente Ou seja é um processo né josm é um processo aí que vai depender dos dispositivos e principalmente a médio longo prazo para justamente haver essa padronização né para novo codec né
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